Faz um tempo considerável que eu não escrevo aqui. Bem... Acho que Fevereiro passou a brancas núvens esse ano. Mas eu estava realmente sem um respingo de inspiração. Me desculpe.
As coisas na minha vida andam boas. Bem boas. Meus amigos finalmente trocaram de turma e vão ser meus colegas. Acho que no final das contas eu devo ter ficado mais empolgada e preocupada com isso do que eles.
Minha mãe não deixou eu fazer uma mecha azul no meu cabelo, mesmo depois de uma explicação muito boa dizendo que cabelos crescem novamente – sério, parece que ela não sabia mesmo disso.
Eu to feliz porque abriu um restaurante japonês no shopping. Finalmente vai ter comida boa lá.
Ta..c vo parar de falar sobre a vida e contar uma coisa extremamente estranha que aconteceu hoje.
Tudo começou quando eu voltei hoje do colégio exausta, suada e com calor. Fui direto pro banho.
Bem... Eu só achava que ia tomar banho. Porque quando eu fui pendurar a toalha... Eu vi uma cobra.
Sim. Para a informação de quem está lendo isso. Tinha uma pequena e fofa cobra no ralo do meu box. Eu não fui picada. Estou bem e inteira. Ela não me comeu. To viva.
Por favor, não achem que minha casa é suja... A explicação é: aqui do lado tem um terreno baldio. Geralmente as cobras habitam esses lugares. E o que aconteceu foi que uma cobrinha conseguiu entrar no nosso pátio e entrar no cano onde dá bem no MEU banheiro.
Uma COBRA no meu banheiro.
Uma cobra!
Uau.
Eu ja tinha ouvido histórias de animais peçonhentos invadindo os canos das pessoas mas nunca achei que ia acabar vendo isso ao vivo... Uma vez meu vô abriu a torneira da cozinha lá da fazenda que ele tinha e saiu um peixe. Era perto do açude...
Bem... A gente nunca sabe o que vai ver.
Minha mãe acabou ligando para os bombeiros e mandaram matar a criaturinha venenosa de 30cm. Ela era tão fofa! Sim, usei o tempo verbal correto. Era, porque agora ela não existe mais. Pelo manos não na dimensão dos vivos.
Tadinha.
Mesmo.
Acho que estou de luto.
Nessa situação o ditado "se fosse uma cobra ja tinha te picado" acaba ficando irônico.
quinta-feira, 1 de março de 2012
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
I am crazy but you like it! Loca, loca, loca!
Postado ás
7:48 PM
Passei na frente do espelho. Percebi que meu cabelo estava desajeitado... Hm, que coisa! Escovei ele por cima só pra não deixar aquela juba leonina que estava. Olhei meu modelito. Aceitável.
Ouvi ao longe uma música. Vindo do centro da cidade, bem alta, que passou em segundos. Fiquei com tanta vontade de ouvir música que abri meu notebook e cliquei no link iTunes. Minha diversão começou.
Continuei a olhar minha revista, bem na boa.
Batendo pé no ritmo. Balançando com a batida da música, contagiada pelo "drum" eletrônico.
Próxima música. UMA DAS MINHAS FAVORITAS!! Foi o que bastou. Levantei e agarrei qualquer coisa no caminho pra fazer de microfone. Um pé da minha meia azul. Não serve. Alcancei minha escova de cabelo em cima da escrivaninha. Isso antes da Avril começar a cantar.
YOU SAY THAT I'M MESSING WITH YOUR HEEEAAAD!!! Yeah, yeah! Yeah, yeah!
ALL CUZ I WAS MAKING OU WITH YOUR FRIEEEEND!!! Yeah, yeah! Yeah, yeah!
LOVE HURTS.....
Segurei a escova de cabelo com as duas mãos e fiz um sorriso malicioso para meu reflexo no espelho. YEAH, YEAH! YEAH, YEAH! Balançando o quadril pro lado, pro outro. I CAN'T STOP CUZ I'M HAVING TOO MUCH FUUUUN!!! Simbolo do rock na mão apontando pro espelho! Apertei os olhos e gritei. YEAH, YEAH! YEAH, YEAH!
Dançando... Pulando... Enlouquecendo!
YOU'RE ON YOUR KNEES BAGING PLEASE STAY WITH MEEEE!!!
Dançando que nem louca pra minha gêmea no espelho que me imitava em tudo o que eu fazia.
ALL MY LIFE I'VE BEEN GOOD BUT NOW... WHAAAAAAAAAAT THE HELL!!
Eu estava no palco. Cantando no Madison Square Garden lotado por fans. Viagem pura, mas eu viajo a toda hora.
Eu estava na passarela daçando algo meio Shakira (na verdade era só eu, patética na frente do espelho).
Telefone tocou... Droga. Parei meu show ridículo e estúpidamente infantil.
Vó avisando que meu dentista seria as 3 e meia.
Trocou de música. Rock god! Beleza...
PREACHER MAN TOOK MY HEAD AND LOOKED IN MY EYES, HE SAD!
WHYYYY GIRL CAN'T YOU LIVE YOUR LIFE RIGHT?
Eu voltei a ser uma criança ingênua naqueles 10 minutos de fama platônica. Uma ingenuidade que só as crianças têm coragem de demontrar na frente do público. Como meu reflexo não é público ele é o primeiro e único a assistir minhas aptidões para dublar, cantar e dançar. A moda loka, é claro.
É meio vergonhoso, eu sei. Por que eu escrevi isso no meu blog? Sei lá. Fique a fim de passar um pouco de vergonha. Espero não assustar quem lê essa estupidez.
Ouvi ao longe uma música. Vindo do centro da cidade, bem alta, que passou em segundos. Fiquei com tanta vontade de ouvir música que abri meu notebook e cliquei no link iTunes. Minha diversão começou.
Continuei a olhar minha revista, bem na boa.
Batendo pé no ritmo. Balançando com a batida da música, contagiada pelo "drum" eletrônico.
Próxima música. UMA DAS MINHAS FAVORITAS!! Foi o que bastou. Levantei e agarrei qualquer coisa no caminho pra fazer de microfone. Um pé da minha meia azul. Não serve. Alcancei minha escova de cabelo em cima da escrivaninha. Isso antes da Avril começar a cantar.
YOU SAY THAT I'M MESSING WITH YOUR HEEEAAAD!!! Yeah, yeah! Yeah, yeah!
ALL CUZ I WAS MAKING OU WITH YOUR FRIEEEEND!!! Yeah, yeah! Yeah, yeah!
LOVE HURTS.....
Segurei a escova de cabelo com as duas mãos e fiz um sorriso malicioso para meu reflexo no espelho. YEAH, YEAH! YEAH, YEAH! Balançando o quadril pro lado, pro outro. I CAN'T STOP CUZ I'M HAVING TOO MUCH FUUUUN!!! Simbolo do rock na mão apontando pro espelho! Apertei os olhos e gritei. YEAH, YEAH! YEAH, YEAH!
Dançando... Pulando... Enlouquecendo!
YOU'RE ON YOUR KNEES BAGING PLEASE STAY WITH MEEEE!!!
Dançando que nem louca pra minha gêmea no espelho que me imitava em tudo o que eu fazia.
ALL MY LIFE I'VE BEEN GOOD BUT NOW... WHAAAAAAAAAAT THE HELL!!
Eu estava no palco. Cantando no Madison Square Garden lotado por fans. Viagem pura, mas eu viajo a toda hora.
Eu estava na passarela daçando algo meio Shakira (na verdade era só eu, patética na frente do espelho).
Telefone tocou... Droga. Parei meu show ridículo e estúpidamente infantil.
Vó avisando que meu dentista seria as 3 e meia.
Trocou de música. Rock god! Beleza...
PREACHER MAN TOOK MY HEAD AND LOOKED IN MY EYES, HE SAD!
WHYYYY GIRL CAN'T YOU LIVE YOUR LIFE RIGHT?
Eu voltei a ser uma criança ingênua naqueles 10 minutos de fama platônica. Uma ingenuidade que só as crianças têm coragem de demontrar na frente do público. Como meu reflexo não é público ele é o primeiro e único a assistir minhas aptidões para dublar, cantar e dançar. A moda loka, é claro.
É meio vergonhoso, eu sei. Por que eu escrevi isso no meu blog? Sei lá. Fique a fim de passar um pouco de vergonha. Espero não assustar quem lê essa estupidez.
sábado, 21 de janeiro de 2012
Anjos e mudanças
Postado ás
2:37 AM
São a parte da minha vida que mais me consome tempo. São a estrutura de quem eu sou, juntamente com minha família. São meu mundo, minha vida, meu porto seguro.
Todos sabemos muito bem que ninguém sobrevive sem amigos, sem carinho. Eu sou uma dependente dessas pessoas maravilhosas que fazem parte do meu dia a dia.
São essas pessoas lindas que me fortalecem, me ajudam e me consolam. Elas que me motivam a continuar sempre. Lutar e vencer.
Eu poderia passar horas ao lado de um amigo sem dizer nada e mesmo assim me sentiria feliz, pois sua companhia é o que basta.
Não falo de conhecidos nem de ficantes nem de namorados.
É outra coisa. Namorados vêm e vão. Amigos não.
É um carinho tão intenso quanto, mas muito diferente. Talvez até mais forte.
Cada um com sua personalidade, suas manias, seu jeito de ser.
Aquele amigo lunático, esquisitão, fofo, nervosinho, gentil, nerd, alto, baixinho, alternativo, loiro, moreno.
E eu amo todos.
TODOS!
Acho que essas férias abriram meus olhos. Me mostraram a verdadeira importância dos amigos na minha vida.
Sabe o que eles são?
Indispensáveis.
Na minha infância nunca tive muitos amigos –como disse no post anterior –, mas nesses três anos eu pude conhecer anjos.
Anjos sem asas.
Esse é um post para os meus anjos!
Agora lembrei de um assunto que acho importante... Mudanças.
Como estamos em fase de crescimento, nossa mente está mudando. Ocorrem frequentes mudanças no nosso modo de pensar e agir...
Durante as aulas e no convívio do dia a dia nos observamos uns aos outros. As vezes percebemos essas mudanças, e as vezes nos julgamos.
"Ai, sei lá. Fulano ta diferente!"
Tudo bem criar uma opinião. Se não gostou da mudança, cabe a você decidir se vale a pena dar um toque no amigo ou não, mas acho que deviamos tentar mais conviver com a mudança. Afinal, ninguém é perfeito e ninguém permanece a mesma pessoa para sempre, entende?
Mudamos, evoluimos, crescemos, vivemos.
E se o amigo está agindo diferente do que você conhece, tente aprender a conviver com essa mudança. Afinal... Vale a pena perder a amizade de um anjo por causa disso?
Todos sabemos muito bem que ninguém sobrevive sem amigos, sem carinho. Eu sou uma dependente dessas pessoas maravilhosas que fazem parte do meu dia a dia.
São essas pessoas lindas que me fortalecem, me ajudam e me consolam. Elas que me motivam a continuar sempre. Lutar e vencer.
Eu poderia passar horas ao lado de um amigo sem dizer nada e mesmo assim me sentiria feliz, pois sua companhia é o que basta.
Não falo de conhecidos nem de ficantes nem de namorados.
É outra coisa. Namorados vêm e vão. Amigos não.
É um carinho tão intenso quanto, mas muito diferente. Talvez até mais forte.
Cada um com sua personalidade, suas manias, seu jeito de ser.
Aquele amigo lunático, esquisitão, fofo, nervosinho, gentil, nerd, alto, baixinho, alternativo, loiro, moreno.
E eu amo todos.
TODOS!
Acho que essas férias abriram meus olhos. Me mostraram a verdadeira importância dos amigos na minha vida.
Sabe o que eles são?
Indispensáveis.
Na minha infância nunca tive muitos amigos –como disse no post anterior –, mas nesses três anos eu pude conhecer anjos.
Anjos sem asas.
Esse é um post para os meus anjos!
Agora lembrei de um assunto que acho importante... Mudanças.
Como estamos em fase de crescimento, nossa mente está mudando. Ocorrem frequentes mudanças no nosso modo de pensar e agir...
Durante as aulas e no convívio do dia a dia nos observamos uns aos outros. As vezes percebemos essas mudanças, e as vezes nos julgamos.
"Ai, sei lá. Fulano ta diferente!"
Tudo bem criar uma opinião. Se não gostou da mudança, cabe a você decidir se vale a pena dar um toque no amigo ou não, mas acho que deviamos tentar mais conviver com a mudança. Afinal, ninguém é perfeito e ninguém permanece a mesma pessoa para sempre, entende?
Mudamos, evoluimos, crescemos, vivemos.
E se o amigo está agindo diferente do que você conhece, tente aprender a conviver com essa mudança. Afinal... Vale a pena perder a amizade de um anjo por causa disso?
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
Os anos que passaram por aí
Postado ás
9:57 PM
Faz um tempo que não escrevo alguma coisa mostrando minha opinião. Um tempo considerável. Antigamente, quando eu tinha a cabeça cheia de curiosidade e descobria muitas coisas por dia as palavras fluíam da minha cabeça. Mostrava o que eu achava das coisas, coisas que eu achava importante compartilhar. Enfim. Vou tentar voltar aos velhos tempos e escrever como eu escrevia.
O problema é que eu ja escrevi sobre tanta coisa... Meu amigo disse pra mim escrever sobre 2012. Quem sabe...
O ano de dois mil e onze foi – e eu falo isso sem pensar duas vezes– o pior ano da minha curta e jovem vida. As coisas que aconteceram, os sentimentos, os conflitos, momentos, situações, pessoas...
As pessoas.
Em 2011 conheci o tumblr e gostei muito. Muito mesmo, e uso até hoje. Adoro ver o que escrevem, reblogam e postam na minha dashboard. Eu me sinto em outro mundo. Um mundo onde todos são bonitos, sensíveis...
Um mundo onde todos são romãnticos, falam da vida, de como é duro viver e principalmente SOFRIMENTO.
Eu vejo dia após dia posts e textos sobre amor não correspondido, romance drama, etc. Tragédias... E as pessoas reblogam esses textos. Frases. As frases são o que me chamam bastante atenção. Muitas falam sobre como a pessoa sofre ou indiretas para a pessoa amada que, muitas vezes, nem tumblr tem!
E qual o problema disso?
O problema é que muitas dessas pessoas mentem. O tumblr é um mundo de falsidades. Pode ser um mundo intrigante, interessante e bonito, mas não passa de ilusão.
O Tumblr também abomina o julgamento, o preconceito e o bulliyng. Ok, eu também. Mas duvido que nenhuma daquelas pessoas nunca tenha julgado alguém na vida. Algumas, vai saber, julgam e têm preconceitos até hoje.
Então não podemos nos iludir só porque são fofos, romãnticos e sensíveis. Por trás da tela pode ter um monstro. Alguém desonesto, cruel, sei lá mais o que.
Em 2011 eu começei a gostar menos de ir para a escola. Depois passei a não gostar. Então veio o "eu odeio escola".
A culpa não foi de 2011. Foi da 7ª série.
Poxa! Que bom que a gente só passa por ela uma vez na vida!
Se bem que depende de você. Se quiser repetir a pior série que tem você deve deixar de estudar, não fazer os temas, conversar muito em aula e faltar duas vezes por semana. ;)
Ok. 2011 foi uma merda. Foi mesmo! Mas nada é eterno e sempre temos a esperança de que o ano seguinte será melhor que o anterior.
Eu tenho sim expectativas para 2012.
Quem não tem?
Minha expectativa mais, digamos, forte é a de conhecer pessoas novas. Fazer novas amizades! Socializar!
Eu também quero trabalhar nessa habilidade. Fazer amigos.
Nem todas as pessoas nasceram com o dom de fazer amigos num piscar de olhos.
Eu geralmente demoro um pouco até conseguir ganhar a amizade plena de uma pessoa. Exeto quando o "alvo" é alguém mais sociável que eu.
Penso nos meus amigos e em como eu eu os conheci. A maioria são amigos, não digo antigos, mas são os mais velhos.
Fui conquistanto eles aos poucos. Da quinta para a sexta, da sexta para a sétima, da sétima para a – nossa, to ficando velha– oitava.
Podem pensar: ela não fez amigos na infância?
Fiz, claro.
Minha melhor amiga na época da primera e segunda série se virou contra mim na quinta.
Minha melhor amiga na época da quarta e da quinta saiu do colégio.
Meu melhor e primeiro amigo homem saiu do colégio na terçeira série.
Sobrou eu e uma turma que não me aceitava direito.
Mas enfim... Troquei de turma na quinta série e conheci pessoas novas.
Fiz amigos! Yei!
E meus amigos mais velhos conheci na quinta série.
Mas eu não tenho a expectativa de só conhecer amigos.
Quem sabe eu conheço alguém... Especial?
Quem sabe?
O problema é que eu ja escrevi sobre tanta coisa... Meu amigo disse pra mim escrever sobre 2012. Quem sabe...
O ano de dois mil e onze foi – e eu falo isso sem pensar duas vezes– o pior ano da minha curta e jovem vida. As coisas que aconteceram, os sentimentos, os conflitos, momentos, situações, pessoas...
As pessoas.
Em 2011 conheci o tumblr e gostei muito. Muito mesmo, e uso até hoje. Adoro ver o que escrevem, reblogam e postam na minha dashboard. Eu me sinto em outro mundo. Um mundo onde todos são bonitos, sensíveis...
Um mundo onde todos são romãnticos, falam da vida, de como é duro viver e principalmente SOFRIMENTO.
Eu vejo dia após dia posts e textos sobre amor não correspondido, romance drama, etc. Tragédias... E as pessoas reblogam esses textos. Frases. As frases são o que me chamam bastante atenção. Muitas falam sobre como a pessoa sofre ou indiretas para a pessoa amada que, muitas vezes, nem tumblr tem!
E qual o problema disso?
O problema é que muitas dessas pessoas mentem. O tumblr é um mundo de falsidades. Pode ser um mundo intrigante, interessante e bonito, mas não passa de ilusão.
O Tumblr também abomina o julgamento, o preconceito e o bulliyng. Ok, eu também. Mas duvido que nenhuma daquelas pessoas nunca tenha julgado alguém na vida. Algumas, vai saber, julgam e têm preconceitos até hoje.
Então não podemos nos iludir só porque são fofos, romãnticos e sensíveis. Por trás da tela pode ter um monstro. Alguém desonesto, cruel, sei lá mais o que.
Em 2011 eu começei a gostar menos de ir para a escola. Depois passei a não gostar. Então veio o "eu odeio escola".
A culpa não foi de 2011. Foi da 7ª série.
Poxa! Que bom que a gente só passa por ela uma vez na vida!
Se bem que depende de você. Se quiser repetir a pior série que tem você deve deixar de estudar, não fazer os temas, conversar muito em aula e faltar duas vezes por semana. ;)
Ok. 2011 foi uma merda. Foi mesmo! Mas nada é eterno e sempre temos a esperança de que o ano seguinte será melhor que o anterior.
Eu tenho sim expectativas para 2012.
Quem não tem?
Minha expectativa mais, digamos, forte é a de conhecer pessoas novas. Fazer novas amizades! Socializar!
Eu também quero trabalhar nessa habilidade. Fazer amigos.
Nem todas as pessoas nasceram com o dom de fazer amigos num piscar de olhos.
Eu geralmente demoro um pouco até conseguir ganhar a amizade plena de uma pessoa. Exeto quando o "alvo" é alguém mais sociável que eu.
Penso nos meus amigos e em como eu eu os conheci. A maioria são amigos, não digo antigos, mas são os mais velhos.
Fui conquistanto eles aos poucos. Da quinta para a sexta, da sexta para a sétima, da sétima para a – nossa, to ficando velha– oitava.
Podem pensar: ela não fez amigos na infância?
Fiz, claro.
Minha melhor amiga na época da primera e segunda série se virou contra mim na quinta.
Minha melhor amiga na época da quarta e da quinta saiu do colégio.
Meu melhor e primeiro amigo homem saiu do colégio na terçeira série.
Sobrou eu e uma turma que não me aceitava direito.
Mas enfim... Troquei de turma na quinta série e conheci pessoas novas.
Fiz amigos! Yei!
E meus amigos mais velhos conheci na quinta série.
Mas eu não tenho a expectativa de só conhecer amigos.
Quem sabe eu conheço alguém... Especial?
Quem sabe?
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Áries: O signo ativo
Postado ás
2:22 AM
O que irrita os arianos:
Fale com eles dando uma enorme pausa entre as palavras. Não deixe que eles falem, ou, se falarem, corte pelo meio.
Diga como quer que façam as coisas e fique controlando.
Não demonstre paixão e aja como se você não gostasse dele(a). Levante a voz cada vez que se quiser fazer entendido.
Dê uns cascudos na cabeça dele(a) de vez em quando.
Lembre sempre que eles estão querendo aparecer, e, no meio de um grupo, dirija-se a ele (a), advertindo - “Você fala eu, eu, eu, o tempo todo…
Entre, sem pedir licença e alugue o tempo deles numa segunda feira de manhã.
Como conquistar uma ariana:
Na hora de seduzir uma mulher de Áries é preciso considerar seu caráter impulsivo. Seu lema é fazer primeiro e pensar depois.
Por tanto, é imprescindível passar à ação. Mas você deve atuar prudentemente para não dar a impressão de que o que você deseja é conquistá-la. Aparentemente, a iniciativa deve partir dela. Você só deve “provocar a ação”.
A mulher de Áries precisa de desafios, assim que a provoque, isso geralmente funciona.
A perspectiva de uma boa aventura, na que se explodem emoções, também seduz uma ariana. Coisas como provar um circuito de carros, dar uma volta numa moto de montanha ou qualquer atividade física, esporte de risco, etc. geralmente lhe agradará.
Não diga a uma ariana o que fazer, simplesmente peça que ela faça com você.
Você pode rir dela amigável e simpaticamente - como provocando - mas não esqueça que ela deseja ter o controle do que faz. Assim que convém respeitar a independência dela e ser sensível.
Quem sabe não lhe convenha precipitar-se. Não beije uma ariana no primeiro encontro, isso não costuma ter bons resultados.
Características:
Os arianos são agitados e adoram ser o centro das atenções. Aventureiros, competitivos e gostam de estar no controle da situação.
O ariano costuma ser competitivo e direto, gosta de desafios e por isso está sempre à procura de novas metas. No entanto, a impaciência é a sua característica predominante, não suporta esperar. Possui temperamento forte, porém não guarda rancor.
Se o ariano for com a cara de alguém, pode ter certeza que ele sentará ao lado dessa pessoa e fará amizade. Aliás, uma das grandes facilidades do ariano é puxar conversa. Como amigo é generoso, sabe dividir tudo o que tem e adora surpreender as pessoas. Para conviver em grupo, esse nativo gosta de estar sempre no comando. Signos do Zodíaco
Medos:
Este signo parece ser o mais destemido de todos. Porém, lá no seu íntimo, ele guarda um grande segredo: morre de medo de escutar críticas. Deve ser por isso que ele já chega falando e impondo a sua opinião.
Fale com eles dando uma enorme pausa entre as palavras. Não deixe que eles falem, ou, se falarem, corte pelo meio.
Diga como quer que façam as coisas e fique controlando.
Não demonstre paixão e aja como se você não gostasse dele(a). Levante a voz cada vez que se quiser fazer entendido.
Dê uns cascudos na cabeça dele(a) de vez em quando.
Lembre sempre que eles estão querendo aparecer, e, no meio de um grupo, dirija-se a ele (a), advertindo - “Você fala eu, eu, eu, o tempo todo…
Entre, sem pedir licença e alugue o tempo deles numa segunda feira de manhã.
Como conquistar uma ariana:
Na hora de seduzir uma mulher de Áries é preciso considerar seu caráter impulsivo. Seu lema é fazer primeiro e pensar depois.
Por tanto, é imprescindível passar à ação. Mas você deve atuar prudentemente para não dar a impressão de que o que você deseja é conquistá-la. Aparentemente, a iniciativa deve partir dela. Você só deve “provocar a ação”.
A mulher de Áries precisa de desafios, assim que a provoque, isso geralmente funciona.
A perspectiva de uma boa aventura, na que se explodem emoções, também seduz uma ariana. Coisas como provar um circuito de carros, dar uma volta numa moto de montanha ou qualquer atividade física, esporte de risco, etc. geralmente lhe agradará.
Não diga a uma ariana o que fazer, simplesmente peça que ela faça com você.
Você pode rir dela amigável e simpaticamente - como provocando - mas não esqueça que ela deseja ter o controle do que faz. Assim que convém respeitar a independência dela e ser sensível.
Quem sabe não lhe convenha precipitar-se. Não beije uma ariana no primeiro encontro, isso não costuma ter bons resultados.
Características:
Os arianos são agitados e adoram ser o centro das atenções. Aventureiros, competitivos e gostam de estar no controle da situação.
O ariano costuma ser competitivo e direto, gosta de desafios e por isso está sempre à procura de novas metas. No entanto, a impaciência é a sua característica predominante, não suporta esperar. Possui temperamento forte, porém não guarda rancor.
Se o ariano for com a cara de alguém, pode ter certeza que ele sentará ao lado dessa pessoa e fará amizade. Aliás, uma das grandes facilidades do ariano é puxar conversa. Como amigo é generoso, sabe dividir tudo o que tem e adora surpreender as pessoas. Para conviver em grupo, esse nativo gosta de estar sempre no comando. Signos do Zodíaco
Medos:
Este signo parece ser o mais destemido de todos. Porém, lá no seu íntimo, ele guarda um grande segredo: morre de medo de escutar críticas. Deve ser por isso que ele já chega falando e impondo a sua opinião.
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Areia Branca
Postado ás
1:59 AM
Quando o último risco de Sol beijar a linha do horizonte,
Quando o fogo e a água se tornarem uma só paisagem,
Eu vou procurar o seu rosto no meio da multidão.
Quando o vento tocar meu rosto e levar você para bem longe,
Quando eu souber que só o que me resta é a areia branca,
Eu vou molhar meus pés à beira do mar e esperar o seu beijo.
Eu vou querer o seu carinho sob a Lua que nasce no céu.
E quando o vento me devolver você ficaremos juntos até o fim.
E quando você chegar estarei enfim protegida pelo seu sorriso.
By: Me!
Quando o fogo e a água se tornarem uma só paisagem,
Eu vou procurar o seu rosto no meio da multidão.
Quando o vento tocar meu rosto e levar você para bem longe,
Quando eu souber que só o que me resta é a areia branca,
Eu vou molhar meus pés à beira do mar e esperar o seu beijo.
Eu vou querer o seu carinho sob a Lua que nasce no céu.
E quando o vento me devolver você ficaremos juntos até o fim.
E quando você chegar estarei enfim protegida pelo seu sorriso.
By: Me!
domingo, 1 de janeiro de 2012
Por que dançamos quando ouvimos música?
Postado ás
10:24 PM
Só pra deixar o blog atualizado no primeiro dia de 2012, decidi fazer uma pesquisa sobre esse assunto. Achei muito interessante saber por que temos a vontade de dançar quando ouvimos música.
"Dançar parece ser um ato tão natural como respirar. E é mesmo. Estar em movimento é estar vivo, e usar o movimento para expressar emoções – afeto, temor, raiva, aprovação e recusa – sem outra organização que aquela imposta pela estrutura do corpo e sem orientação além do ritmo é uma das formas mais primitivas de comunicação.
Toda vez que uma música ou um ritmo são percebidos pelo cérebro, o corpo começa automaticamente a se mexer. A não ser que a mente ordene, não há quem consiga ficar totalmente parado em uma pista de dança na qual se toca música eletrônica a todo volume ou mesmo ao assistir à apresentação de uma orquestra sinfônica. A explicação para essa compulsão ao movimento está no cérebro, que reage à música e ao ritmo modulando o caminho dos estímulos do som."
Fonte de pesquisa: http://revistagalileu.globo.com
"Dançar parece ser um ato tão natural como respirar. E é mesmo. Estar em movimento é estar vivo, e usar o movimento para expressar emoções – afeto, temor, raiva, aprovação e recusa – sem outra organização que aquela imposta pela estrutura do corpo e sem orientação além do ritmo é uma das formas mais primitivas de comunicação.
Toda vez que uma música ou um ritmo são percebidos pelo cérebro, o corpo começa automaticamente a se mexer. A não ser que a mente ordene, não há quem consiga ficar totalmente parado em uma pista de dança na qual se toca música eletrônica a todo volume ou mesmo ao assistir à apresentação de uma orquestra sinfônica. A explicação para essa compulsão ao movimento está no cérebro, que reage à música e ao ritmo modulando o caminho dos estímulos do som."
Fonte de pesquisa: http://revistagalileu.globo.com
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
O verdadeiro sentido daquilo chamado "amor"
Postado ás
12:04 AM
Houve um tempo em que eu acreditava em tudo. Em mentiras, em promessas, em destino feito por nós mesmos, em estrelas cadentes, em sorte e azar. Mas uma pessoa mudou isso em mim. Mudou o que eu pensava sobre tudo, minha visão sobre o mundo. Mudou meus planos, meus princípios e verdades, meus desejos e vontades. Mudou minha vida, me mudou. Eu acreditava que nós fazíamos o que quiséssemos, mas aprendi que nada é por acaso. Tudo acontece por uma razão. Ele era uma pessoa comum, no início. Não era importante, não fazia falta, mas isso mudou, e talvez tenha sido a melhor coisa que já me aconteceu... Eu passava por ele, na rua ou em qualquer outro lugar e o cumprimentava apenas por educação. Era quase todo dia, em quase todo lugar que eu já havia me acostumado com sua presença. É assim que uma amizade começa, mas não foi assim que terminou. Dávamos-nos as mãos, como um gesto simples de carinho, que para nós era comum. Abraçávamos-nos sem malícia. Conversávamos sobre toda e qualquer coisa. Frequentávamos um a casa do outro, sempre. Todos comentavam e estranhavam, mas nós não nos importávamos. Certo dia, depois de tantas conversas, ele me perguntou algo que nunca havia perguntado. Me assustei, não com a pergunta, mas com a forma como perguntou. Ele costumava falar num tom de voz baixo, mas sussurrou a pergunta, com a cabeça baixa, sendo que tinha o costume de olhar nos olhos da pessoa com quem conversava, quem quer que fosse ela. Ele me perguntou se eu já havia amado alguém. Era estranho, pois não havia nada que ele não soubesse sobre mim, pensava eu. Apesar de estar espantada, minha resposta foi sincera e tímida. "Não", eu disse, observando seu rosto. Ele gemeu alguma coisa que eu não entendi. Eu o observei por alguns longos minutos. Queria que aquela imagem ficasse para sempre em minha memória. Quando foi que eu olhei para ele assim? Quando foi que eu procurei imperfeições nele, e não encontrei? Como é que eu nunca notei a pinta que ele tinha no queixo, suas sardas claras, o formato de sua boca ou a mistura de verde e caramelo que seus olhos tinham? Como foi que eu nunca notei sua beleza? Ele era lindo. Incrível e absurdamente lindo. Queria ficar ali, para sempre, olhando-o sob a luz clara do crepúsculo. Suas bochechas coraram, e eu percebi que aquele silêncio já estava constrangedor. Foi difícil ir embora, mas eu fui. Quando cheguei em casa, naquela noite, subi as escadas sem hesitar na porta e fui direto ao quarto. Imersa em pensamentos, deitei na cama, afundando o rosto no travesseiro. O que estava acontecendo comigo? Senti a necessidade de ouvir a resposta de alguém. Do meu melhor amigo, talvez. Peguei o telefone e disquei o número sem hesitar. Ele atendeu rapidamente, com a voz rouca. Eu não disse nada. Algo na voz dele me imobilizou. Ele também não disse nada. Até o som do silêncio eu podia ouvir; era constrangedor. Eu quase pude ouvir seus pensamentos, junto a sua respiração. Queria perguntar mil e uma coisas, mas um nó se formou em minha garganta. Depois de alguns minutos, consegui falar. "Como é amar?", perguntei num sussurro fraco e rouco. Foi meio estranho perguntar. Um silêncio cruel e doloroso preencheu o ar. Queria acreditar que o som que rompeu esse silêncio, não era o som de suas lágrimas. Alguns outros minutos de silêncio se seguiram. "Ouvi falar que é estranho. E realmente é...", ele começou. Esperei. "Ouvi falar que a gente perde o chão, que é como se um abismo tivesse se aberto abaixo dos pés...", completou. Ele parecia mais seguro agora. "E é assim?", perguntei. "Comigo foi diferente. Foi como se, pela primeira vez, o chão estivesse ali. Como se eu soubesse que poderia caminhar sem que nada me derrubasse." Fiquei em choque, sem conseguir dizer muito. "Quem é ela?", me arrependi de ter perguntado. Ele soltou um suspiro pesado. Pude sentir a dor dele. Nós tínhamos algum tipo de conexão. Se ele sofria, eu sofria também e vice-versa. Não tinha como evitar. Silêncio. Novamente. Mais um suspiro e percebi que ele não responderia. Enfim, ele desligou. Meus joelhos cederam e as lágrimas escorriam pelo meu rosto. Não tentei controlar, apenas voltei para a cama e abracei meu travesseiro. Percebi, então, que não era o travesseiro que eu sentia a necessidade de abraçar. Eu não tinha idéia do que estava acontecendo comigo. Queria tê-lo por perto, para que ele pudesse me abraçar e confortar, com uma intensidade que nunca desejei antes. Eu já estive apaixonada antes, mas nunca foi assim, tão forte que me fez chorar. A vontade de tê-lo comigo, quase me fez levantar imediatamente e ir atrás dele. E então eu adormeci. No outro dia, acordei com olheiras profundas e pesadas. Havíamos combinado que nos veríamos nesse dia, como de costume. Eu estava tão feliz, tão animada com a idéia de que veria ele novamente que, depois de passar horas em frente ao espelho, achei que estava realmente bonita. Mas ele não apareceu. Esperei por alguns minutos. Nada de ele chegar. Eu não conseguia acreditar que ele não estava ali. Só conseguia pensar que alguma coisa tinha acontecido. Ele não teria esquecido, nem tampouco feito para me magoar. Liguei para ele. Ele não atendeu. Estava começando a me preocupar, então liguei na casa dele. Sua mãe atendeu, e me disse que ele havia saído algumas horas atrás; nervoso e sem dizer para onde ia. Só havia dois lugares para onde ele ia quando estava nervoso. Para a minha casa ou para um prédio abandonado, onde ele gostava de ir para pensar. Se ele não estava comigo, ele só poderia estar lá. Fui até lá, sem pensar em outras hipóteses. Quando cheguei me senti aliviada por encontrá-lo. Ele estava de costas e não me viu. Queria me aproximar e perguntar o que estava acontecendo, mas não disse nada, apenas fiquei parada, olhando para ele. Ele ficou de pé, depois se virou para mim. Seus olhos estavam cheios de lágrimas. Era quase impossível controlar o impulso de sair correndo e abraçá-lo. Quando dei alguns passos à frente, ele ergueu a mão direita, como se estivesse pedindo que eu parasse, e então parei. "Não podemos mais nos ver", sussurrou, tão baixo que foi difícil ouvir. Talvez tenha sido difícil pelo fato de eu não querer ouvir. Demorei alguns longos minutos para digerir aquelas palavras e a forma como ele disse num tom de voz frio e rude. "Você não me verá mais. Eu prometo", continuou, com o mesmo tom de voz. "Não! Por favor, não!", tentei gritar, mas o nó que se formou em minha garganta impediu que minha voz saísse no tom de voz que eu queria. Disparei em sua direção, envolvendo-o em meus braços com a maior força que pude. Eu estava chorando. Ele não disse nada, e eu daria tudo para saber o que ele estava pensando. "Por favor, não faça isso", sussurrou com a voz rouca, entre soluços pesados. Eu não tinha idéia do que ele queria dizer, mas não me importava com quaisquer que fossem suas intenções. Eu não me afastaria dele. Então seus joelhos cederam e ele caiu ao chão, junto aos meus pés. "Me diga o que aconteceu, quero te ajudar, por favor, deixe-me ajudá-lo", eu disse, baixo, mas ele ouviu. Ele não me respondeu, e ainda soluçava. "Eu preciso que você me diga", insisti. Ele se levantou com muito esforço, olhou em meus olhos e segurou minhas mãos com força. Alguns minutos se passaram até que ele falasse. Meu coração parou por um instante, depois acelerou desesperadamente. Se um coração ao se partir emitisse algum som, acho que aquele era o som. As palavras que se seguiram, como o som de um vidro ao quebrar, ecoavam em minha mente. "Eu...", hesitou por alguns segundos "... amo você. É por você que eu ainda estou vivo, mas acho que isso já é meio óbvio. Eu lhe peço, que, para o seu melhor, se afaste de mim". Já se sentiu como se tivesse muitas coisas para falar e mesmo assim não conseguisse dizer nada? Eu estava assim. Perplexa. Paralisada. Imóvel. Então era a mim que ele amava? Desde quando? Como? Ele pareceu entender meus pensamentos, pois respondeu rapidamente. "Eu não sei como ou quando aconteceu, mas aconteceu, e agora eu estou aqui, te envolvendo cada vez mais nisso e te pedindo para se afastar de mim. Será melhor para você". Por quê? Por que ele estava dizendo aquilo? Inspirei e expirei algumas vezes, para me acalmar. Não adiantou. "Você não quer isso... Se afastar de mim. Você não quer...", consegui, enfim, dizer. Não era uma pergunta. Ele virou o rosto, sem conseguir fitar meus olhos outra vez. "Não...", sussurrou. "... e talvez esse seja meu lado masoquista". Não queria que ele se sentisse daquele jeito, queria fazer alguma coisa para acabar com a dor dele. Por que eu senti vontade de correr e saltar daquele prédio? Por que meu coração doía tanto? Por que eu estava me sentindo daquele jeito? O que eu estava sentindo, afinal? Abracei-o com força, mas ele lutava para se desprender de meus braços. Eu queria mantê-lo para sempre ali, aninhado em meu peito, para tentar acalmá-lo e desejei que ele nunca fosse embora. A idéia de sua partida me fez derramar lágrimas, novamente. "Eu nunca vou te deixar, nunca! Entendeu seu idiota? Não vou deixar você ir assim". Ele não fez piada daquilo, mas parou de lutar. Olhou em meus olhos, o que me fez tremer. Segurou meu rosto entre as mãos, acariciando-o por um instante, depois aproximou seu rosto do meu. O contato de nossas peles me fez tremer. Segundos depois senti seus lábios nos meus; eram quentes e doces. O sabor mais doce entre todos os beijos. Não queria que aquele momento acabasse nunca. E quando se afastou, forçou um sorriso e disse, com a voz fina e baixa, "adeus". Não o vi sair, minhas pernas prenderam-me ao chão. O que estávamos fazendo? Não devíamos ter feito aquilo, não era certo. Eu não deveria ter gostado daquele beijo. Nos dias que se seguiram, não nos falamos. Quando eu telefonava, ele não me atendia e, quando fui até sua casa, não havia ninguém. Pouco menos de uma semana após sua confissão, uma notícia me abalou. Eu estava em casa, pensando em onde ele poderia estar, quando minha mãe veio conversar comigo, com os olhos cheios de lágrimas e uma expressão de dor. Tentei imaginar o que era, e quando ela me disse, senti muitas coisas ao mesmo tempo. Dor, surpresa, preocupação, saudade, e mais dor. Foi um impacto muito forte. Disparei pela porta e, sem pensar duas vezes, fui direto ao Hospital, onde, segundo ela, ele estava. Quando cheguei, o desespero me dominou. Eu já não sabia o que pensar, ou o que deveria fazer, mesmo assim entrei. Tentando me controlar, fui até a recepção e perguntei por ele, dando à recepcionista seu nome. Ela me indicou o número do quarto e disse que talvez ele não pudesse receber visitas. Não me importava, eu precisava vê-lo. Procurei o quarto, e, assim que o encontrei, bati na porta. Ninguém abriu. Bati novamente e abri a porta. Ainda sem entrar, olhei o quarto e não havia ninguém além dele. Entrei. Ele estava lá, de costas para mim. Esperava que ele estivesse acordado, então ele se mexeu. Ele olhou por sobre o ombro, depois abaixou a cabeça novamente. "Sabia que não demoraria a me encontrar", disse, com a voz mais baixa que de costume. "Por que você está aqui?", perguntei. "Muitos motivos...", sua voz falhava. Fui até ele e me sentei a sua frente, para que conseguisse ver seu rosto. Ele me olhou por alguns segundos, depois fechou os olhos. Seu corpo estava cheio de hematomas, manchas escuras. Talvez ele não quisesse me dizer, mas eu precisava que ele me dissesse. "Você não está bem, não é?", perguntei, sabendo que a resposta era não. Ele abriu os olhos e sorriu. Seu sorriso acendeu uma espécie de calor em mim, como se aquilo fosse parte vital de mim. Dei a volta na cama e me deitei ao seu lado, pondo a mão em sua cintura. Ele segurou minha mão e, assim que o fez eu percebi que sua pele estava muito fria. Pude perceber, também, que ele respirava com dificuldade. Eu não queria acreditar no que estava acontecendo. "Eu vou morrer", ele disse num tom de voz totalmente frio. Eu estava chorando, de novo. "Não, você não vai. Não vou deixar isso acontecer", tentei dizer, lutando para engolir o nó em minha garganta. Ele riu, o que me fez chorar ainda mais. "Você terá que aprender a viver sem mim garota...", percebi que ele estava sorrindo, como se achasse graça de tudo que estava acontecendo. Aquilo me irritou um pouco, mas não disse nada. Seu corpo enrijeceu por um momento, depois tremeu, o que me assustou um pouco. "Isso é normal", ele disse, como se tivesse lido meus pensamentos outra vez. "Foi por isso que você pediu que para que eu me afastasse de você?", perguntei. Ele não respondeu. Seu silêncio era constrangedor. O único barulho que podíamos ouvir, era o dos aparelhos ao seu lado. "Vou sair daqui amanhã", disse ele, depois de tanto tempo em silêncio. Quase me animei. "Quero ir para casa, ficar perto da minha família". Esse foi o término do meu ânimo, quando entendi o que ele queria dizer. Não questionei, apenas o abracei com mais força. E foi assim que aquele dia se seguiu. Fiquei com lá até um pouco depois de ele ter adormecido. Eu chorava só de olhar para ele, só de pensar em perdê-lo. Sua mãe estava lá também e, por esse motivo, consegui ir para casa. Eu não pensava em mais nada, o dia todo. Eu só saía daquele Hospital quando ia para casa, à noite. Não conseguia imaginar minha vida sem ele. No dia que ele foi para casa, todos foram ao Hospital. Amigos, familiares, conhecidos, etc. Muita gente gostava dele, ele era uma pessoa muito especial. Ele teve um pouco de dificuldade para caminhar até o carro, e sua mãe estava ao seu lado, como apoio. Ver aquela cena me fez perceber o quanto eu o amava, o quão importante ele era para mim e o quanto eu queria que ele ficasse. Quando ele voltou para casa, quase nada havia mudado entre nós. Era quase como antes, nós ainda xingávamos um ao outro, discutíamos sobre seu gosto musical e ele ainda criticava meu cabelo cobrindo meu olho. Era bom vê-lo comigo, fazê-lo sorrir enquanto podia. Eu sentia como se tivesse um prazo de vida. Não só da dele, mas da minha também. Parecia que não existia vida sem ele. Acho que fomos "levando" a situação. Um dia, depois de eu ter criticado bastante a música que ele estava ouvindo, ele parou, me olhou e sorriu como na noite em que eu descobri que o amava. "O que foi?", perguntei constrangida. "Vou sentir sua falta, onde quer que eu esteja". Retribuí o sorriso e, por mais que já estivesse me acostumando com as lágrimas, senti meu coração apertar com cada lágrima que eu derramava. Na manhã seguinte recebi um telefonema de sua mãe. Ele havia piorado, e foi levado novamente para o Hospital. Fui até lá assim que soube. Quando o vi, meu coração disparou. Ele mal conseguia falar, então não exigi esforços dele. Fiquei sentada ao seu lado, falando com ele, sem esperar resposta. Eu estava falando com ele, sobre coisas do nosso passado, quando ele me interrompeu. "Você fica linda quando prende o cabelo", disse ele, sorrindo. Sabia que ele havia reparado em meu cabelo, só não esperava que ele falasse disso. Reprimi o riso e apenas sorri para ele. Ele segurou minha mão e a apertou, usando a maior força que pôde. Beijei sua testa, depois seus lábios. Ele sorriu. Ele me pediu para que eu cantasse uma música para ele e, apesar de eu não gostar daquele estilo de música, sussurrei-a em seu ouvido. Então ele fechou os olhos... e nunca mais os abriu. Ele faleceu naquela noite, em meus braços. Parece horrível, eu sei, mas para mim não foi. Foi como se eu o estivesse ninando durante a noite, e ele estivesse num sono profundo. Eu sei que ele estava feliz em meus braços, e eu estava feliz também. Foi difícil para mim, deixá-lo ir, mas agora é como se ele nunca tivesse partido. E quando me perguntam onde é que meu amor está, eu sempre respondo a mesma coisa: "Independente de onde ele estiver, ele está esperando e olhando por mim, e nosso amor estará para sempre vivo nos corações daqueles que fizeram parte dessa história. Eu sinto que ele ainda está em mim, e para sempre estará".
Fonte: http://tumblr.com (autor desconhecido).
Fonte: http://tumblr.com (autor desconhecido).
domingo, 18 de dezembro de 2011
O sonho mais comprido (e legal) que eu já sonhei
Postado ás
10:48 PM
1ª parte do sonho-
Meu sonho começou em um ringue de patinação. Tinham várias pessoas lá, mas só me lembro de apenas duas: Gabriela Fidelis e Lucas Köche. A Gabi estava bem faceira andando de patins, mas o Lucas veio atrás de mim e roubou meu patins. Eu derrubei ele no chão e peguei meus patins de volta.
2ª parte do sonho-
O cenário então mudou completamente. Eu estava em uma trilha no meio de uma floresta junto com o que pareciam ser seis pessoas. Me lembro que a Dudinha estava lá. Tinha um garoto que me chamou particularmente a atenção. Eu não o conhecia, mas gostava dele. Ele tinha cabelos loiros escuros, alto, olhos lindos e um sorriso maravilhoso.
Eu observava tudo, como se fosse um filme passando defronte meus olhos, mas eu podia me ver. Eu me via no sonho.
Esse garoto me chamou e me mostrou uma coisa. Uma bola de pedra polida perfeitamente. A pedra tinha o tamanho de uma maçã e era de um verde fraco. Podia-se ver camadas na pedra, cada uma com um tom de verde diferente. Então, sem explicação nenhuma, entendi que aquela pedra era a fonte dos nossos poderes. Cada um dos seis ali tinha uma pedra como aquela. A minha era azul. Nossa energia poderosa era o Lúmen. Quando quiséssemos usar essa energia, era só repeli-la para fora do corpo e quando isso acontecia, algumas bolinhas luminosas flutuavam ao nosso redor. Não eram bem bolinhas, mas algo como um arco com uma bolinha dentro.
De brincadeira, peguei a pedra do garoto e a joguei-a pelo caminho de pedra a baixo com uma força incrível. Ele começou a correr com uma velocidade igualmente incrível. Pegou a pedra na mão e voltou com a mesma velocidade.
Repetimos isso duas vezes, até que a Dudinha me chamou. Disse que precisávamos ir. Chamei o garoto que eu não sabia o nome... Vou chamá-lo de John.
3ª parte do sonho-
Seguimos pela trilha do lado oposto ao do caminho de pedra, por um caminhozinho no meio da floresta. Chegamos a uma casinha pequena abandonada quase escondida pela mata. Era feita de concreto e estava bastante empoeirada por dentro. Entramos na casa e a vasculhamos a procura de algo que eu não sabia o que.
Vi que nos fundos da casa havia uma porta aberta e fui ver se havia alguma coisa ali. Haviam pessoas, mas fiquei com medo delas. Eram nossos supostos inimigos. Identifiquei imediatamente duas pessoas: o Nícolas Prudêncio e o Daniel, meu professor de história. Voltei correndo para o interior da casa e me vi sozinha. Entrei um um aposento que tinha tamanho de banheiro só que estava vazio e me escondi atrás da porta (algo bem ingênuo).
Eu achei que iria acordar. Senti aquela sensação de final de sonho, quando você sabe que se abrir os olhos vai acordar, mas lutei contra aquela sensação e usei para enfrentar meu medo. Manipulei meu sonho e, assim do nada, criei uma situação. Uma parte do meu Lúmem era guardado em um saquinho azul cheio de bolinhas azuis foscas dentro. Peguei esse saquinho do meu bolso e joguei nas pessoas. O impacto criou uma explosão. O que aconteceu depois foi algo meio assustador. No meio da explosão consegui ver o Nícolas e o Daniel sorrirem maleficamente enquanto eram queimados vivos. Isso me assustou.
4ª parte do sonho-
Voltei correndo para onde estávamos antes de irmos para a casa. Encontrei o meu pessoal. Éramos um grupo. Cheguei aflita e arfando. Perguntando se todos estavam bem. Graças a Deus, todos estavam. Nosso próximo passo era nos reencontrarmos com a Colônia no campo, depois do caminho de pedra.
Não entendi muito bem o que John decidiu fazer. O que eu entendi foi que ele ia se separar do grupo poque precisava encontrar o grupo inimigo e destruí-lo. Quando me dei conta de que ele ia embora, que íamos nos separar, entrei em pânico. Meu coração disparou e uma vontade de agarrá-lo pelo braço e nunca mais soltá-lo me dominou. Eu não queria que ele fosse embora. Eu já estava sentindo saudades. Eu acho que foi aí que descobri que o amava.
Não pude me despedir. Tomamos o caminho de pedra e caminhamos bastante pelos campos e colinas a céu aberto até a Colônia.
Chegamos lá era quase noite. Nos encontramos com o resto do nosso "povo" e fomos falar com o que parecia ser o chamã. Ele nos mostrou o livro do Céu, do Inferno e do Purgatório. Não fazia sentido, mas esse livro falava das lições de vida que eram de Deus, do Diabo e as do Purgatório, que eram as que não se sabia se era de um ou de outro. Uma parte do nosso território era um campo cercado cheio de barracas e dentro de cada barraca tinha uma lição de vida. Não estavam escritas, mas quando se entrava na barraca se sabia qual a lição de vida estava na barraca.
Entrei um uma barraca do Céu e vi um tipo de espelho a qual tinha a imagem de uma mulher prateada. Perguntei à mulher se as lições do purgatório eram do Diabo. Ela disse que eram de Deus, e sorriu para mim. Perguntei então se John iria voltar, e a mulher disse:
- O mais cedo possível.
5ª parte do sonho-
Acho que era no outro dia de manhã quando eu e a Dudinha estávamos descendo uma lomba de bicicleta e fizemos uma curva até entrarmos em uma construção que parecia ser uma caixa d'água, mas era um estacionamento. Subimos a lomba do prédio e descemos a toda com as bicicletas. Quando saímos, um garoto e uma garota do nosso grupo nos esperavam e queriam falar com a gente.
- Temos problemas - disse um deles.
Eu soube naquela hora que havia algo errado com John. Eu precisava ir atrás dele, ninguém ia me impedir.
Foi aí que eu acordei. Aquele sentimento de saudade com pânico com necessidade de encontrar John ainda estava em mim e ainda está até agora. É muita loucura querer voltar para um sonho porque quero encontrá-lo? Eu quero voltar para a Colônia, pegar meus amigos de lá e embarcar em uma expedição de busca.
No final das contas, acho que acabei de criar um mundo novo onde tenho meus amigos velhos e alguns novos. Onde tenho John.
Meu sonho começou em um ringue de patinação. Tinham várias pessoas lá, mas só me lembro de apenas duas: Gabriela Fidelis e Lucas Köche. A Gabi estava bem faceira andando de patins, mas o Lucas veio atrás de mim e roubou meu patins. Eu derrubei ele no chão e peguei meus patins de volta.
2ª parte do sonho-
O cenário então mudou completamente. Eu estava em uma trilha no meio de uma floresta junto com o que pareciam ser seis pessoas. Me lembro que a Dudinha estava lá. Tinha um garoto que me chamou particularmente a atenção. Eu não o conhecia, mas gostava dele. Ele tinha cabelos loiros escuros, alto, olhos lindos e um sorriso maravilhoso.
Eu observava tudo, como se fosse um filme passando defronte meus olhos, mas eu podia me ver. Eu me via no sonho.
Esse garoto me chamou e me mostrou uma coisa. Uma bola de pedra polida perfeitamente. A pedra tinha o tamanho de uma maçã e era de um verde fraco. Podia-se ver camadas na pedra, cada uma com um tom de verde diferente. Então, sem explicação nenhuma, entendi que aquela pedra era a fonte dos nossos poderes. Cada um dos seis ali tinha uma pedra como aquela. A minha era azul. Nossa energia poderosa era o Lúmen. Quando quiséssemos usar essa energia, era só repeli-la para fora do corpo e quando isso acontecia, algumas bolinhas luminosas flutuavam ao nosso redor. Não eram bem bolinhas, mas algo como um arco com uma bolinha dentro.
De brincadeira, peguei a pedra do garoto e a joguei-a pelo caminho de pedra a baixo com uma força incrível. Ele começou a correr com uma velocidade igualmente incrível. Pegou a pedra na mão e voltou com a mesma velocidade.
Repetimos isso duas vezes, até que a Dudinha me chamou. Disse que precisávamos ir. Chamei o garoto que eu não sabia o nome... Vou chamá-lo de John.
3ª parte do sonho-
Seguimos pela trilha do lado oposto ao do caminho de pedra, por um caminhozinho no meio da floresta. Chegamos a uma casinha pequena abandonada quase escondida pela mata. Era feita de concreto e estava bastante empoeirada por dentro. Entramos na casa e a vasculhamos a procura de algo que eu não sabia o que.
Vi que nos fundos da casa havia uma porta aberta e fui ver se havia alguma coisa ali. Haviam pessoas, mas fiquei com medo delas. Eram nossos supostos inimigos. Identifiquei imediatamente duas pessoas: o Nícolas Prudêncio e o Daniel, meu professor de história. Voltei correndo para o interior da casa e me vi sozinha. Entrei um um aposento que tinha tamanho de banheiro só que estava vazio e me escondi atrás da porta (algo bem ingênuo).
Eu achei que iria acordar. Senti aquela sensação de final de sonho, quando você sabe que se abrir os olhos vai acordar, mas lutei contra aquela sensação e usei para enfrentar meu medo. Manipulei meu sonho e, assim do nada, criei uma situação. Uma parte do meu Lúmem era guardado em um saquinho azul cheio de bolinhas azuis foscas dentro. Peguei esse saquinho do meu bolso e joguei nas pessoas. O impacto criou uma explosão. O que aconteceu depois foi algo meio assustador. No meio da explosão consegui ver o Nícolas e o Daniel sorrirem maleficamente enquanto eram queimados vivos. Isso me assustou.
4ª parte do sonho-
Voltei correndo para onde estávamos antes de irmos para a casa. Encontrei o meu pessoal. Éramos um grupo. Cheguei aflita e arfando. Perguntando se todos estavam bem. Graças a Deus, todos estavam. Nosso próximo passo era nos reencontrarmos com a Colônia no campo, depois do caminho de pedra.
Não entendi muito bem o que John decidiu fazer. O que eu entendi foi que ele ia se separar do grupo poque precisava encontrar o grupo inimigo e destruí-lo. Quando me dei conta de que ele ia embora, que íamos nos separar, entrei em pânico. Meu coração disparou e uma vontade de agarrá-lo pelo braço e nunca mais soltá-lo me dominou. Eu não queria que ele fosse embora. Eu já estava sentindo saudades. Eu acho que foi aí que descobri que o amava.
Não pude me despedir. Tomamos o caminho de pedra e caminhamos bastante pelos campos e colinas a céu aberto até a Colônia.
Chegamos lá era quase noite. Nos encontramos com o resto do nosso "povo" e fomos falar com o que parecia ser o chamã. Ele nos mostrou o livro do Céu, do Inferno e do Purgatório. Não fazia sentido, mas esse livro falava das lições de vida que eram de Deus, do Diabo e as do Purgatório, que eram as que não se sabia se era de um ou de outro. Uma parte do nosso território era um campo cercado cheio de barracas e dentro de cada barraca tinha uma lição de vida. Não estavam escritas, mas quando se entrava na barraca se sabia qual a lição de vida estava na barraca.
Entrei um uma barraca do Céu e vi um tipo de espelho a qual tinha a imagem de uma mulher prateada. Perguntei à mulher se as lições do purgatório eram do Diabo. Ela disse que eram de Deus, e sorriu para mim. Perguntei então se John iria voltar, e a mulher disse:
- O mais cedo possível.
5ª parte do sonho-
Acho que era no outro dia de manhã quando eu e a Dudinha estávamos descendo uma lomba de bicicleta e fizemos uma curva até entrarmos em uma construção que parecia ser uma caixa d'água, mas era um estacionamento. Subimos a lomba do prédio e descemos a toda com as bicicletas. Quando saímos, um garoto e uma garota do nosso grupo nos esperavam e queriam falar com a gente.
- Temos problemas - disse um deles.
Eu soube naquela hora que havia algo errado com John. Eu precisava ir atrás dele, ninguém ia me impedir.
Foi aí que eu acordei. Aquele sentimento de saudade com pânico com necessidade de encontrar John ainda estava em mim e ainda está até agora. É muita loucura querer voltar para um sonho porque quero encontrá-lo? Eu quero voltar para a Colônia, pegar meus amigos de lá e embarcar em uma expedição de busca.
No final das contas, acho que acabei de criar um mundo novo onde tenho meus amigos velhos e alguns novos. Onde tenho John.
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
Éti
Postado ás
2:42 PM
Hoje eu vi a Janete
Andando de patinete.
Passou pelo parque as sete
E então comeu seu chiclete.
Encontrei então a Marisete
Que tinha fama de tiete
Parecida com fofolete
Lambuzada de Kit Kat
As duas amigas da Ivete
Alugaram uma mobilete
Ligaram para a amiga pivete
E dormiram em uma kit net.
Acordaram então as sete,
Sentaram no colchonete
Assistiram o programa Ugly Betty
Comendo negrinho e confete.
As três amigas dos éti,
Ligaram para a Suzete
Atropelada pela mobilete.
Culpa da Ivete.
Depois de mascar meu chiclete
Chamei: Ô Ivete!
Peça desculpas a Suzete
E deixe de ser tão pivete!
E essa é a história
Das amigas louquetes!!!
Janete, Marisete,
Ivete e Suzete!
Andando de patinete.
Passou pelo parque as sete
E então comeu seu chiclete.
Encontrei então a Marisete
Que tinha fama de tiete
Parecida com fofolete
Lambuzada de Kit Kat
As duas amigas da Ivete
Alugaram uma mobilete
Ligaram para a amiga pivete
E dormiram em uma kit net.
Acordaram então as sete,
Sentaram no colchonete
Assistiram o programa Ugly Betty
Comendo negrinho e confete.
As três amigas dos éti,
Ligaram para a Suzete
Atropelada pela mobilete.
Culpa da Ivete.
Depois de mascar meu chiclete
Chamei: Ô Ivete!
Peça desculpas a Suzete
E deixe de ser tão pivete!
E essa é a história
Das amigas louquetes!!!
Janete, Marisete,
Ivete e Suzete!
América- Glee Cast
Postado ás
2:08 PM
Puerto Rico
My heart's devotion
Let it sink back in the ocean
My heart's devotion
Let it sink back in the ocean
Always the hurricanes blowing
Always the population growing
Always the population growing
And the money owing
And the sunlight streaming
And the natives steaming
And the sunlight streaming
And the natives steaming
I like the island Manhattan (I know you do!)
Smoke on your pipe
And put that in!
Smoke on your pipe
And put that in!
I like to be in America
Okay by me in America
Everything free in America
For a small fee in America
Okay by me in America
Everything free in America
For a small fee in America
Lots of new housing with more space
Lots of doors slamming in our face
I'll get a terrace apartment
Better get rid of your accent
Lots of doors slamming in our face
I'll get a terrace apartment
Better get rid of your accent
Life can be bright in America
If you can fight in America
Life is all right in America
If you're a white in America
If you can fight in America
Life is all right in America
If you're a white in America
La la la la la la America
La la la la la la America
La la la la la la America
La la la la la la America
La la la la la la America
Here you are free and you have pride
Long as you stay on your own side
Free to be anything you choose
Free to wait tables and shine shoes
Long as you stay on your own side
Free to be anything you choose
Free to wait tables and shine shoes
I like to be in America
Okay by me in America
Everything free in America
For a small fee in America
Okay by me in America
Everything free in America
For a small fee in America
I like to be in America
Okay by me in America
Everything free in America
For a small fee in America
Okay by me in America
Everything free in America
For a small fee in America
La la la la la la America
La la la la la la America
La la la la la la America
La la la la la la America
La la la la la la America
La la la la la la America
La la la la la la America
domingo, 4 de dezembro de 2011
Querido você,
Postado ás
12:14 PM
Quando vejo você, meu coração se alegra. Se enche de esperanças. Com você estou seguro, eu sei. A sua presença me acalma e me dá uma vontade incrível de beijar seus lábios doces e delicados. De correr para seus braços.
O seu abraço é o melhor do mundo. Quente, fofo, gostoso... Protetor. Ao redor de seus braços, sinto-me segura.
Quando você sorri o mundo para por um minuto. Eu sou apaixonada pelo seu sorriso sincero, divertido como nenhum outro. Ele ilumina a minha vida assim como o sol ilumina a Terra.
Seus cabelos ouro, voando ao vento, fazem eu tremer por dentro. Dançam e brincam na brisa e eu sei que os cabelos loiros perfeitos são seus. Não há ninguém como você.
Azuis feito o céu, verdes feito as folhas das árvores, cinzas feito metal. Essas são as cores dos seus lindos olhos. Azul, cor calma que me deixa tranquila, segura. Verde, cor que cura. Você me curou e me mantém assim feliz, e agora estou pronta novamente para arriscar tudo o que tenho para te proteger. Cinza, para as horas tristes, onde você é sensível, doce e delicado.
Esse é você. Perfeito ser maravilhoso que pousou no meu caminho. Uma benção de Deus que me mostrou como a vida ainda continua e vale a pena vivê-la. Vale lutar por alguma coisa.
Com amor,
Eu.
OBS: antes que alguém fique curioso, essa carta NÃO é destinada a ninguém!
O seu abraço é o melhor do mundo. Quente, fofo, gostoso... Protetor. Ao redor de seus braços, sinto-me segura.
Quando você sorri o mundo para por um minuto. Eu sou apaixonada pelo seu sorriso sincero, divertido como nenhum outro. Ele ilumina a minha vida assim como o sol ilumina a Terra.
Seus cabelos ouro, voando ao vento, fazem eu tremer por dentro. Dançam e brincam na brisa e eu sei que os cabelos loiros perfeitos são seus. Não há ninguém como você.
Azuis feito o céu, verdes feito as folhas das árvores, cinzas feito metal. Essas são as cores dos seus lindos olhos. Azul, cor calma que me deixa tranquila, segura. Verde, cor que cura. Você me curou e me mantém assim feliz, e agora estou pronta novamente para arriscar tudo o que tenho para te proteger. Cinza, para as horas tristes, onde você é sensível, doce e delicado.
Esse é você. Perfeito ser maravilhoso que pousou no meu caminho. Uma benção de Deus que me mostrou como a vida ainda continua e vale a pena vivê-la. Vale lutar por alguma coisa.
Com amor,
Eu.
OBS: antes que alguém fique curioso, essa carta NÃO é destinada a ninguém!
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
Meu para sempre
Postado ás
2:04 PM
Estou meio desesperada. Eu vejo o tumblr, cheio de histórias de amor, cenas fofas e um mundo onde o amor é incondicional. Todos são apaixonados, todos são educados e gentis com todos... Pessoas de caráter. Pessoas bonitas. É triste saber que esse mundo ideal para mim é um conto de fadas e não passa de uma ilusão.
Isso tudo é exclusivo da internet e não vejo nada parecido nu mundo real. Então eu penso: na internet - mais especificamente, no tumblr - ninguém é o que aparenta ser. Isso é um fato. Na vida real as pessoas são normais.
Não tenho muito receio em dizer que tenho inveja das pessoas que têm um pouco dessa realidade linda. Posso ver um exemplo muito lindo e fofo ao meu lado. Eles não têm noção de como eu quero o que eles têm. Eles são felizes. Um tem ao outro e eu daria tudo para ter alguém. Amar novamente. Sentir algo por alguém que nem a ciência consegue explicar. AMOR! AMOR! AMOR! EU QUERO! EU QUERO! EU QUERO!
Fico imaginando se a plena felicidade existe mesmo. Se uma pessoa pode dizer: eu sou feliz! Acho que se eu encontrar a minha alma gêmea vou chegar bem perto da felicidade, pois sei que quando se ama alguém e esse alguém também nos ama, o sentimento é incrível. Não se precisa de mais nada no mundo e ficamos viciados. Um no outro. Querendo mais e mais a cada segundo. Eu quero isso para mim. O problema é que eu tenho mais de duas opções. Posso - sem querer me gabar - "escolher" com quem ficar. Isso é um saco, de vez enquando.
Não quero que pensem que sou exigente ou que me acho, mas nenhum dos meninos que gostam de mim é o certo. Nenhum é "ele". Eu quero ele! Procuro ele! Meu príncipe encantado. Meu herói. Meu lindo e querido menino. Aquele que me faz rir das coisas mais bobas. É aquele que gosta de estar comigo e que me deixa feliz quando estou triste.
Eu quero alguém assim. Ele! O único que eu quero.
Minha amiga hoje me deu um conselho. Disse que eu só vou acha-lo quando menos estiver esperando. Se isso for verdade... Vai demorar um pouco até isso acontecer, eu acho.
Enfim... Ele é o úNico que eu quero!
Para mim!
Meu...
Meu...
Para sempre...
Isso tudo é exclusivo da internet e não vejo nada parecido nu mundo real. Então eu penso: na internet - mais especificamente, no tumblr - ninguém é o que aparenta ser. Isso é um fato. Na vida real as pessoas são normais.
Não tenho muito receio em dizer que tenho inveja das pessoas que têm um pouco dessa realidade linda. Posso ver um exemplo muito lindo e fofo ao meu lado. Eles não têm noção de como eu quero o que eles têm. Eles são felizes. Um tem ao outro e eu daria tudo para ter alguém. Amar novamente. Sentir algo por alguém que nem a ciência consegue explicar. AMOR! AMOR! AMOR! EU QUERO! EU QUERO! EU QUERO!
Fico imaginando se a plena felicidade existe mesmo. Se uma pessoa pode dizer: eu sou feliz! Acho que se eu encontrar a minha alma gêmea vou chegar bem perto da felicidade, pois sei que quando se ama alguém e esse alguém também nos ama, o sentimento é incrível. Não se precisa de mais nada no mundo e ficamos viciados. Um no outro. Querendo mais e mais a cada segundo. Eu quero isso para mim. O problema é que eu tenho mais de duas opções. Posso - sem querer me gabar - "escolher" com quem ficar. Isso é um saco, de vez enquando.
Não quero que pensem que sou exigente ou que me acho, mas nenhum dos meninos que gostam de mim é o certo. Nenhum é "ele". Eu quero ele! Procuro ele! Meu príncipe encantado. Meu herói. Meu lindo e querido menino. Aquele que me faz rir das coisas mais bobas. É aquele que gosta de estar comigo e que me deixa feliz quando estou triste.
Eu quero alguém assim. Ele! O único que eu quero.
Minha amiga hoje me deu um conselho. Disse que eu só vou acha-lo quando menos estiver esperando. Se isso for verdade... Vai demorar um pouco até isso acontecer, eu acho.
Enfim... Ele é o úNico que eu quero!
Para mim!
Meu...
Meu...
Para sempre...
Crepúsculo de baunilha
Postado ás
1:03 PM
Eu sinto falta dos seus braços ao meu redor. Eu mandaria um cartão postal a você, querido, porque eu gostaria que você estivesse aqui.
Eu vejo a noite tornar-se azul claro, mas não é a mesma coisa sem você pois precisa-se de dois para se sussurrar baixinho. O silêncio não é tão ruim até eu olhar para as minhas mãos e me sentir triste, pois os espaços entre os meus dedos são bem onde os seus se encaixam perfeitamente.
Eu vou achar repouso em novos caminhos. Acho que não dormi por dois dias, pois a fria nostalgia me arrepia até os ossos.
Mas nesse Crepúsculo de baunilia eu vou sentar na varanda a noite inteira, perdida profundamente em pensamentos porque quando penso em você eu não me sinto tão sozinha.
E quando eu olhar para as estrelas vou pensar em você, nessa noite.
Enquanto as violetas ficam mais silenciosas e as estrelas ficam mais brilhantes eu provarei o céu e me sentirei viva denovo. Eu esquecerei o mundo que conheço, mas prometo que não esquecerei você, e se minhas palavras pudessem voltar ao passado eu sussurraria em seu ouvido: querido, eu gostaria que você estivesse aqui.
Traduçào da música Vanilla Twilight do grupo Owl City feita por mim...
Eu vejo a noite tornar-se azul claro, mas não é a mesma coisa sem você pois precisa-se de dois para se sussurrar baixinho. O silêncio não é tão ruim até eu olhar para as minhas mãos e me sentir triste, pois os espaços entre os meus dedos são bem onde os seus se encaixam perfeitamente.
Eu vou achar repouso em novos caminhos. Acho que não dormi por dois dias, pois a fria nostalgia me arrepia até os ossos.
Mas nesse Crepúsculo de baunilia eu vou sentar na varanda a noite inteira, perdida profundamente em pensamentos porque quando penso em você eu não me sinto tão sozinha.
E quando eu olhar para as estrelas vou pensar em você, nessa noite.
Enquanto as violetas ficam mais silenciosas e as estrelas ficam mais brilhantes eu provarei o céu e me sentirei viva denovo. Eu esquecerei o mundo que conheço, mas prometo que não esquecerei você, e se minhas palavras pudessem voltar ao passado eu sussurraria em seu ouvido: querido, eu gostaria que você estivesse aqui.
Traduçào da música Vanilla Twilight do grupo Owl City feita por mim...
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Sonho de garota
Postado ás
9:44 PM
Eu estava deitada na cama, olhando para o teto, com os fones de ouvido plugados no mp3. Aumentei o volume. Queria desesperadamente parar de pensar nele. Mas pensando bem, a música que eu ouvia não me ajudava a esquecê-lo. Eu precisava me distrair. Juntei todas as minhas forças, tentando não levantar e pegar o meu celular sobre a escrivaninha. Queria muito ouvir sua voz novamente. Queria ficar olhando para ele o dia inteiro, a noite inteira. Mas ele não era meu. Nem sequer olhava para mim.
Senti uma lágrima correr em meu rosto. Eu pude perceber que estava tremendo quando sentei-me na cama, livrando-me dos fones. Respirei fundo duas vezes, peguei meu casaco, saí porta afora.
Não queria pensar sobre o que diria a ele porque acabaria mudando de ideia e dando meia volta. "Tudo bem se eu parecer uma idiota desesperada parada do lado de fora da porta de entrada." pensei. Pelo menos ele ia saber a verdade. Ia saber o que se passa na minha cabeça o dia e a noite inteira, nos meus sonhos.
No meio do caminho, as lágrimas corriam soltas e eu sentia um aperto no peito insuportável. Queria acabar logo com isso e voltar para a minha cama quentinha. Chorar como um bebê em uma hora dessas não ajudaria em nada.
Eu estava tão nervosa que parei no meio do caminho e sentei-me em um dos bancos da praça. Fazia-me a mesma pergunta o temp inteiro: "tem certeza de que vai fazer isso, Tereza?". Os minutos foram passando assim como a noite se aproximando. Eu, antes tão determinada a falar com ele, cara a cara, agora parecia uma criança com medo. Uma brisa gelada de repente soprou e meus cabelos negros dançaram, voando com o vento. Eu me sentia uma aberração. Sentada ali, sozinha na praça mal iluminada pela réstia de Sol que ainda sobrara do dia. Começei a chorar sem parar. Soluços cada vez mais fortes me inundavam o peito e um nó gigante se formou em minha garganta. E então, fui surpreendida por uma voz masculina vindo de trás de mim.
—Tereza? É você? O que aconteceu? Por que está sozinha aqui?
Thomas? Era Thomas? Sim. Era ele.
Tentei rapidamente me recompor. Enxuguei as lágrimas com a manga da camiseta, mas ele ja havia me visto chorando.
—Thomas? — perguntei.
—Tereza. Por que está chorando? — ele parecia preocupado.
—Deixa pra lá. Eu... — não consegui terminar a frase.
Ele ficou me olhando com aqueles olhos azuis, esperando uma explicação para o choro.
—Eu estou aqui para te dizer umas coisas. - consegui dizer, olhando para o chão.
—Aqui? Mas... Minha casa é para lá. — ele apontou para a sua rua, a alguns quarteirões dali.
—Eu... Desculpa, Thomas! — fui covarde. Virei as costas e corri. O mais rápido que pude para qualquer lugar. Longe dali.
— Tereza! Eu amo você! — gritou ele. Aquilo foi demais pra mim. Eu parei, incrédula. Eu ouvi certo? Ele disse que me amava? Quando pude perceber, ele me tomou nos braços e, delicadamente, me beijou. Não tenho palavras para descrever o que senti nesse momento. Talvez felicidade... Pura e sólida. Eu irradiava felicidade por todos os poros do meu corpo. Eu não queria largá-lo. Achei que se o soltasse ele iria embora e me deixaria sozinha ali, e eu voltaria ao meu mundo solitário.
E então... Simplesmente... Acordei!
Fora tudo um sonho? Um maldito sonho? Me desfiz em lágrimas. Ouvi então o toque de mensagens do meu celular.
Abri a mensagem e li:
De: Thomas
Para: Tereza
"Bom dia, meu anjo!"
FIM
Senti uma lágrima correr em meu rosto. Eu pude perceber que estava tremendo quando sentei-me na cama, livrando-me dos fones. Respirei fundo duas vezes, peguei meu casaco, saí porta afora.
Não queria pensar sobre o que diria a ele porque acabaria mudando de ideia e dando meia volta. "Tudo bem se eu parecer uma idiota desesperada parada do lado de fora da porta de entrada." pensei. Pelo menos ele ia saber a verdade. Ia saber o que se passa na minha cabeça o dia e a noite inteira, nos meus sonhos.
No meio do caminho, as lágrimas corriam soltas e eu sentia um aperto no peito insuportável. Queria acabar logo com isso e voltar para a minha cama quentinha. Chorar como um bebê em uma hora dessas não ajudaria em nada.
Eu estava tão nervosa que parei no meio do caminho e sentei-me em um dos bancos da praça. Fazia-me a mesma pergunta o temp inteiro: "tem certeza de que vai fazer isso, Tereza?". Os minutos foram passando assim como a noite se aproximando. Eu, antes tão determinada a falar com ele, cara a cara, agora parecia uma criança com medo. Uma brisa gelada de repente soprou e meus cabelos negros dançaram, voando com o vento. Eu me sentia uma aberração. Sentada ali, sozinha na praça mal iluminada pela réstia de Sol que ainda sobrara do dia. Começei a chorar sem parar. Soluços cada vez mais fortes me inundavam o peito e um nó gigante se formou em minha garganta. E então, fui surpreendida por uma voz masculina vindo de trás de mim.
—Tereza? É você? O que aconteceu? Por que está sozinha aqui?
Thomas? Era Thomas? Sim. Era ele.
Tentei rapidamente me recompor. Enxuguei as lágrimas com a manga da camiseta, mas ele ja havia me visto chorando.
—Thomas? — perguntei.
—Tereza. Por que está chorando? — ele parecia preocupado.
—Deixa pra lá. Eu... — não consegui terminar a frase.
Ele ficou me olhando com aqueles olhos azuis, esperando uma explicação para o choro.
—Eu estou aqui para te dizer umas coisas. - consegui dizer, olhando para o chão.
—Aqui? Mas... Minha casa é para lá. — ele apontou para a sua rua, a alguns quarteirões dali.
—Eu... Desculpa, Thomas! — fui covarde. Virei as costas e corri. O mais rápido que pude para qualquer lugar. Longe dali.
— Tereza! Eu amo você! — gritou ele. Aquilo foi demais pra mim. Eu parei, incrédula. Eu ouvi certo? Ele disse que me amava? Quando pude perceber, ele me tomou nos braços e, delicadamente, me beijou. Não tenho palavras para descrever o que senti nesse momento. Talvez felicidade... Pura e sólida. Eu irradiava felicidade por todos os poros do meu corpo. Eu não queria largá-lo. Achei que se o soltasse ele iria embora e me deixaria sozinha ali, e eu voltaria ao meu mundo solitário.
E então... Simplesmente... Acordei!
Fora tudo um sonho? Um maldito sonho? Me desfiz em lágrimas. Ouvi então o toque de mensagens do meu celular.
Abri a mensagem e li:
De: Thomas
Para: Tereza
"Bom dia, meu anjo!"
FIM
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