Sentada aqui, olhando pra tela do computador, desesperada por escrever alguma coisa. Apertar botões com letras gravadas. Até agora, a tecla que mais usei foi o backspace. Aquela flechinha em cima do Enter. Tudo o que escrevo me parece vago, sem sentido ou idiota de mais para ser publicado, ainda mais por mim. Meus amigos começam a me perguntar. Cadê a escritora desse blog? Não escreve mais? Quando vai postar denovo?
Não sei. Fazem meses que estou seca. Seca de inspiração, de ideias, de qualquer base que me faça terminar um texto e colocar o último ponto final em uma história. Sinceramente, só até essa parte do texto me levou uma eternidade, o que demorou segundos para você ler. Isso é tão frustrante pra mim, escritora. Passei por tanta coisa, aconteceu tanta coisa pelo mundo, mas eu não tenho nem sequer um pingo de idéia pra colocar aqui. Não o bastante pra me deixar feliz. E hoje em dia esta difícil me deixar feliz. Meu perfeccionismo fica mais insuportável a cada dia, a cada hora, e acho que um dia isso vai me encomodar profundamente. O que posso dizer... fiz um drama pra tirar a foto de turma hoje no colégio. Eu pedia a todas as minhas colegas uma piranha, desesperada. Que cabeça a minha. Idiotice pura! Fiz um drama na Igreja ontem por nossa apresentação (minha e do coral) não ter ficado perfeitamente como eu gostaria que fosse. Eu to ficando mandona!
To com saudades da Duda! Aquela minha amiguinha baixinha que eu amo... não nos vemos todos os dias como antigamente. Bons tempos aqueles em que eu tinha vontade de ir para a escola e abraçar todo mundo. Bons tempos aqueles em que eu era uma criança feliz e despreocupada com aparência, beleza. Bons tempos aqueles em que a idade que tenho estava longe e eu não pensava no futuro. Adolescência é uma droga, ao mesmo tempo que é a fase mais perfeita da vida.
Me conformei com a ideia de que nunca mais vou gostar de alguéml. Fazem mais de cinco meses que não me apaixono por alguém e isso está me matando. Até a sexta série eu nunca tinha parado de gostar de alguém mas agora a minha vida esta um saco. Sabe aquele sentimento que faz você lutar por alguma coisa, brigar de soco e chute por algo ou alguém? Eu perdi isso a muito tempo, e me conformei com a ideia de que nunca mais me apaixonarei... tirarei o BV com 19 anos! Nesse assunto eu sou um fracasso... um zero a esquerda de tão tonta. Da pra acreditar que eu ainda sonho com o beijo perfeito, com a pessoa perfeita e no lugar perfeito? Acredite... de tão ingênua que eu sou. :/
Então... termino minha observação dizendo:
Bem feito pro Osama Binladen!!!!!!!!
Tchau gente,
Nanda.
P.S: Que coisa séria!
segunda-feira, 2 de maio de 2011
terça-feira, 12 de abril de 2011
A vida é como o mar e um aparelho cardíaco
Postado ás
7:00 PM
Se você nunca teve problemas ou momentos de tensão e complicação na vida você nunca viveu de verdade, e se for o caso, nem precisa ler esse post porque é exatamente sobre isso que ele fala.
Enfim. Você gosta quando surge um problema na sua vida? Eu não. De jeito nenhum. Mas, mesmo fazendo de tudo pra evitar que eles surjam, acabam vindo sempre. Querendo ou não, e não há modo de fazer com que eles sumam do mapa. Aliás, muitas das coisas que sabemos sobre nós mesmos são baseadas em problemas. Ficamos mais experientes e mais fortes, sabemos o que pode acontecer e o que fazer pra resolver. Pensamos em problemas o tempo inteiro. Ja percebeu? Bom, pode não estar pensando agora, mas amanhã vai surgir uma coisinha com que você vai ter que se preocupar e resolver.
Eu falo isso por pura experiência. Ja passei por cada situação... sei como é estar contra a parede em uma situação cabeluda, sob pressão. Por isso eu tenho uma ideia do que pode acontecer. Eu tenho somente uma ideia, o que acontece hoje são coisas pequenas e o que pode vir vai ser muito maior.
Bom. Tem uma hora em que a gente fica cheio de falar de problemas e complicações... então porque não falar de coisas boas, momentos bons? OK.
O que seria dos problemas sem momentos legais e divertidos? Nao seriam chamados de problemas e sim de vida (eu acho). Imagie a linha de um sensor cardíaco. Aquele aparelinho dos filmes que fica fazendo "Bipe... Bipe" mostrando a frequencia das batidas do coração, sabe né? Pois é. Imagine que aquela linha é a sua vida. A linha se move constantemente pra cima e para baixo, indicando pontos positivos e negativos da sua vida. Será sempre assim. Bom. Ruim. Bom. Ruim. Bom. Ruim. Até você MÓRRER!
A vida também pode ser como o mar. Mutas vezes calmo. Muitas vezes agitado. E você é como um barquinho lá no meio... esperando que algo aconteça.
Então. Querendo ou não, problemas vêm. Querendo ou não, momentos bons vêm. Querendo ou não, é assim que são as coisas, e só sendo Deus pra mudar isso (eu acho). E vem aquele velho ditado: "Não há mal que nunca acabe nem bem que dure para sempre". É tudo passageiro, então não se preocupe se, um dia, você se deparar com uma situação apavorante. Aquilo passa, tudo passa. As vezes nem tão rápido, e ja notou que o que queremos que passe rápido passa se arrastando? Bom... mas isso já é outra história.
Enfim. Você gosta quando surge um problema na sua vida? Eu não. De jeito nenhum. Mas, mesmo fazendo de tudo pra evitar que eles surjam, acabam vindo sempre. Querendo ou não, e não há modo de fazer com que eles sumam do mapa. Aliás, muitas das coisas que sabemos sobre nós mesmos são baseadas em problemas. Ficamos mais experientes e mais fortes, sabemos o que pode acontecer e o que fazer pra resolver. Pensamos em problemas o tempo inteiro. Ja percebeu? Bom, pode não estar pensando agora, mas amanhã vai surgir uma coisinha com que você vai ter que se preocupar e resolver.
Eu falo isso por pura experiência. Ja passei por cada situação... sei como é estar contra a parede em uma situação cabeluda, sob pressão. Por isso eu tenho uma ideia do que pode acontecer. Eu tenho somente uma ideia, o que acontece hoje são coisas pequenas e o que pode vir vai ser muito maior.
Bom. Tem uma hora em que a gente fica cheio de falar de problemas e complicações... então porque não falar de coisas boas, momentos bons? OK.
O que seria dos problemas sem momentos legais e divertidos? Nao seriam chamados de problemas e sim de vida (eu acho). Imagie a linha de um sensor cardíaco. Aquele aparelinho dos filmes que fica fazendo "Bipe... Bipe" mostrando a frequencia das batidas do coração, sabe né? Pois é. Imagine que aquela linha é a sua vida. A linha se move constantemente pra cima e para baixo, indicando pontos positivos e negativos da sua vida. Será sempre assim. Bom. Ruim. Bom. Ruim. Bom. Ruim. Até você MÓRRER!
A vida também pode ser como o mar. Mutas vezes calmo. Muitas vezes agitado. E você é como um barquinho lá no meio... esperando que algo aconteça.
Então. Querendo ou não, problemas vêm. Querendo ou não, momentos bons vêm. Querendo ou não, é assim que são as coisas, e só sendo Deus pra mudar isso (eu acho). E vem aquele velho ditado: "Não há mal que nunca acabe nem bem que dure para sempre". É tudo passageiro, então não se preocupe se, um dia, você se deparar com uma situação apavorante. Aquilo passa, tudo passa. As vezes nem tão rápido, e ja notou que o que queremos que passe rápido passa se arrastando? Bom... mas isso já é outra história.
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Cachorros merecem o céu
Postado ás
7:57 PM
Assim como nós, cães também têm alma. Aquelas criaturas que vivem ao nosso lado, cuidam de nós, nos ouvem como ninguém, estão sempre lá quando estamos sós. E nós os amamos como um irmão. Mais que um amigo, mais que um cachorro. Ele faz parte da família e é muito importante.
Eles sentem carência, eles sentem ciume, eles ficam de mal com a gente.
A Mel, cachorra da minha tia, ja ficou muito braba comigo. Quando eu ganhei a Louie eu dava muita atenção pra ela mas sempre cuidava pra não deixar de dar carinhos na Mel, mas ela não queria. Quando eu ia dar carinho nela ela fugia. Quando eu sentava no sofá em que ela estava ela saía de lá.... isso se chama psicologia reversa. Como é que um cachorro consegue aplicar psicologia reversa em uma pessoa? Me explica... a Mel consegue. A Mel é demais! Isso sem falar na Louie, minha cadela.
FURACÃO!
Ja destruiu umas 3 portas lá de casa, só de arranhar, morder... porque ela quer entrar em casa. As vezes deixamos ela na rua quando saímos, e quando voltamos e deixamos ela entrar em casa ela nos idolatra. Como se aquilo fosse alguma coisa incrível... enfim. Ela fica muito feliz.
Eu amo brincar com ela. Isso me deixa muito feliz, e acho que deixa ela feliz também. Não existe hora em que ela não queira brincar. Ela corre pela casa inteira, puxa fio de cobertor, rosna, pula, corre, rola, deita, morde, arranha e.... no fim da brincadeira... ela quer mais. Não sei da onde ela tira tanta energia. O bom de tudo isso é que ela dorme a noite inteira sem fazer barulho.
teve uma vez em que eu e a minha mãe quase matamos ela.
Um dia ela estava muito agitada, arranhando porta, batendo no vidro, tudo pra entrar em casa e dormir em cima da minha cama. Então eu e minha mãe demos um Dramim pra ela (calmante). MEU DEUS! A gente achou que ela nunca mais ia acordar. Fizemos isso por um bom tempo, até o corpo dela pegar imunidade a calmantes, que não fazem mais efeito... imagina se ela tomasse café?
As vezes, eu fico feliz só de ver ela deitadinha do meu lado na cama, fazer um carinho na nuca dela, acariciar o pelo gostosinho... é muito bom. É por isso que os cachorros merecem o céu. Nossos melhores amigos, que nos fazem tão felizes da vida, merecem nada mais que o paraíso. Louie, Mel, eu amo vocês!
Eles sentem carência, eles sentem ciume, eles ficam de mal com a gente.
A Mel, cachorra da minha tia, ja ficou muito braba comigo. Quando eu ganhei a Louie eu dava muita atenção pra ela mas sempre cuidava pra não deixar de dar carinhos na Mel, mas ela não queria. Quando eu ia dar carinho nela ela fugia. Quando eu sentava no sofá em que ela estava ela saía de lá.... isso se chama psicologia reversa. Como é que um cachorro consegue aplicar psicologia reversa em uma pessoa? Me explica... a Mel consegue. A Mel é demais! Isso sem falar na Louie, minha cadela.
FURACÃO!
Ja destruiu umas 3 portas lá de casa, só de arranhar, morder... porque ela quer entrar em casa. As vezes deixamos ela na rua quando saímos, e quando voltamos e deixamos ela entrar em casa ela nos idolatra. Como se aquilo fosse alguma coisa incrível... enfim. Ela fica muito feliz.
Eu amo brincar com ela. Isso me deixa muito feliz, e acho que deixa ela feliz também. Não existe hora em que ela não queira brincar. Ela corre pela casa inteira, puxa fio de cobertor, rosna, pula, corre, rola, deita, morde, arranha e.... no fim da brincadeira... ela quer mais. Não sei da onde ela tira tanta energia. O bom de tudo isso é que ela dorme a noite inteira sem fazer barulho.
teve uma vez em que eu e a minha mãe quase matamos ela.
Um dia ela estava muito agitada, arranhando porta, batendo no vidro, tudo pra entrar em casa e dormir em cima da minha cama. Então eu e minha mãe demos um Dramim pra ela (calmante). MEU DEUS! A gente achou que ela nunca mais ia acordar. Fizemos isso por um bom tempo, até o corpo dela pegar imunidade a calmantes, que não fazem mais efeito... imagina se ela tomasse café?
As vezes, eu fico feliz só de ver ela deitadinha do meu lado na cama, fazer um carinho na nuca dela, acariciar o pelo gostosinho... é muito bom. É por isso que os cachorros merecem o céu. Nossos melhores amigos, que nos fazem tão felizes da vida, merecem nada mais que o paraíso. Louie, Mel, eu amo vocês!
segunda-feira, 21 de março de 2011
Trinta coisinhas que me deixam muito feliz
Postado ás
10:02 PM
1. Ouvir música. Muuuuita música.
2. Falar com meus amigos.
3. Tocar intrumentos.
4. Rir muito.
5. Fazer alguém feliz.
6. Ser elogiada.
7. Abraçar.
8. Amar.
9. Dançar.
10. Cantar.
11. Pensar em coisas felizes.
12. Comer chocolate.
13. Fazer compras.
14. Fazer palhaçada.
15. Deitar no meu tapete.
16. Brincar com a Louie.
17. Escrever no meu blog.
18. Patinar.
19. Tirar foto.
20. Olhar filme romântico.
21. Usar botas.
22. Ganhar um presente.
23. Ler muuuito.
24. Quebrar algumas regrinhas.
25. Jogar tinta na parede.
26. Se segurar em alguém, ficar girando, se soltar e se espatifar no chão.
27. Surfar.
28. Falar sozinha com a minha prancha em inglês.
29. Ser amada.
30. SE DIVERTIR!!!!
domingo, 13 de março de 2011
Preciso conhecer gente nova
Postado ás
7:49 PM
Faz um milênio que não escrevo. Muita coisa aconteceu. Eu sempre me lembrava de postar alguma coisa, mas falta tempo, assunto e paciência... enfim. Preciso desabafar, escrever o que estou sentindo.
Tudo na minha vida emocional e social tem estado em constante mudança, e não é qualquer mudança. São momentos difíceis em que fazemos escolhas e decidimos como vai ser. Isso não tem sido fácil, pois minhas escolhas são limitadas a egoístas e masoquistas. Sim, pode parecer loucura e exagero (um pouco) mas eu cheguei à conclusão de que eu realmente preciso conhecer gente nova, fazer novas amizades, fazer contatos. Não estou dizendo que vou deixar meus amigos. De maneira alguma, pois vejo eles todos os dias no colégio. Eu só quero ter contato com rostos diferentes, ir em casas diferentes das que eu conheço e sair desse período monótono da minha vida. É sério. Felizmente conheci pessoas realmente muito legais nesse fim de semana que me dão esperança. Fico imaginando se voltaremos a nos ver ou se daqui algumas semanas ou meses me esquecerei de seus nomes e até de onde os conheci. Parte de mim sabe que é improvável vê-los denovo, pelo menos por algum tempo, mas a outra parte deseja que isso nunca aconteça.
Outra coisa...
estou definitivamente cansada de gostar de meninos da minha turma. Primeiro: já gostei de todo mundo possível. Segundo: não consigo gostar de mais ninguém. Terceiro: não sei...
Preciso conhecer gente nova! A partir de ontem virou uma necessidade!
Tudo na minha vida emocional e social tem estado em constante mudança, e não é qualquer mudança. São momentos difíceis em que fazemos escolhas e decidimos como vai ser. Isso não tem sido fácil, pois minhas escolhas são limitadas a egoístas e masoquistas. Sim, pode parecer loucura e exagero (um pouco) mas eu cheguei à conclusão de que eu realmente preciso conhecer gente nova, fazer novas amizades, fazer contatos. Não estou dizendo que vou deixar meus amigos. De maneira alguma, pois vejo eles todos os dias no colégio. Eu só quero ter contato com rostos diferentes, ir em casas diferentes das que eu conheço e sair desse período monótono da minha vida. É sério. Felizmente conheci pessoas realmente muito legais nesse fim de semana que me dão esperança. Fico imaginando se voltaremos a nos ver ou se daqui algumas semanas ou meses me esquecerei de seus nomes e até de onde os conheci. Parte de mim sabe que é improvável vê-los denovo, pelo menos por algum tempo, mas a outra parte deseja que isso nunca aconteça.
Outra coisa...
estou definitivamente cansada de gostar de meninos da minha turma. Primeiro: já gostei de todo mundo possível. Segundo: não consigo gostar de mais ninguém. Terceiro: não sei...
Preciso conhecer gente nova! A partir de ontem virou uma necessidade!
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Mal interpretações
Postado ás
4:03 PM
Quem me conhece sabe. Sabe que as vezes eu sou alegre... faço bobagem como todo mundo... mas existem dias em que eu sou diferente: fico quieta no meu canto, lendo, desenhando, pensando... e as vezes as pessoas não entendem que eu faço isso porque realmente preciso de um tempo. Ja vieram reclamar de mim, dizendo que tem vezes em que eu sou antipática porque faço esse tipo de coisa. Eu faço isso porque eu gosto... as vezes porque preciso pensar um pouco, resolver um problema meu ou simplesmente porque não estou a fim de agitação... e isso nem sempre é interpretado como eu gostaria.
Sempre procurei ser o mais legal e gentil com as pessoas. Não gosto de brigar nem de xingar os outros, e quando percebo que algo esta errado quase nunca falo, pois sei que meu comentário iria magoar a pessoa. Então, todos se acostumaram comigo sendo muito "boazinha". Só que chega em um certo limite de aturação. Seguro a minha língua até não conseguir, e no final eu "explodo"! Falo um monte de coisa. Xingo e falo o que eu quis falar desde o começo... e as pessoas estranham quando eu faço isso, dizem que eu to "ficando mais chata", pois não conhecem essa parte de Maria Fernanda quase sempre oculta dentro de mim. A questão é: eu só falo quando é realmente necessário...
E as vezes... acabo falando d+!
Sempre procurei ser o mais legal e gentil com as pessoas. Não gosto de brigar nem de xingar os outros, e quando percebo que algo esta errado quase nunca falo, pois sei que meu comentário iria magoar a pessoa. Então, todos se acostumaram comigo sendo muito "boazinha". Só que chega em um certo limite de aturação. Seguro a minha língua até não conseguir, e no final eu "explodo"! Falo um monte de coisa. Xingo e falo o que eu quis falar desde o começo... e as pessoas estranham quando eu faço isso, dizem que eu to "ficando mais chata", pois não conhecem essa parte de Maria Fernanda quase sempre oculta dentro de mim. A questão é: eu só falo quando é realmente necessário...
E as vezes... acabo falando d+!
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Minha mente, sinceramente
Postado ás
8:26 PM
A postagem em si:
Muitas vezes eu quero criar uma postagem mas não tenho assunto. Tento pensar em alguma coisa, fico frustrada de não saber o que escrever, sabendo que o computador está na minha frente esperando eu digitar. Baixo a cabeça, ponho a cuca pra funcionar, o que é uma boa forma de manter a mente ativa nas férias, e vasculho cada canto do meu cérebro tentando encontrar alguma coisa que preste.
Finalmente me pinta uma coisa sobre o que escrever. A parte mais difícil ja foi. Agora é a vez de pensar na minha opinião sobre esse assunto. Ideias, comentários, reclamações, etc. Tudo que pode ter a ver com aquele assunto que seja do meu agrado e que eu for achar que valha a pena ser imposto. Afinal, mostrar aos outros o que eu penso das coisas é a função desse blog.
Escreve, escreve, escreve. Letras, letras. letras. Minuto por minuto vai surgindo um texto legal.
Então eu releio. Se não fica bom... trabalho em cima da frase que eu não gostei, e as opiniões vão tomando forma... detalhadas e com nexo... nada de coisas estúpidas.
As vezes eu paro um pouco... tomo alguma coisa... vejo se posso acrescentar mais alguma coisa... dou uma checada no meu cachorro e continuo minha obra.
Finalmente terminei de me expressar, ponho um ponto final em tudo e... torno a ler o texto. Ficou bom? Ficou! "Publicar Postagem" eu clico.
Assunto e jeito de escrever:
Quando vou escrever, procuro algo interessante, que vai pelo menos gerar alguns comentários. Nunca gostei muito de brincar e falar coisas meio idiotas nos meus textos, pois sempre quis passar pros leitores o que eu acho disso, o que eu acho daquilo. Claro. Tenho minhas técnicas de escrita. Sei fazer as coisas ficarem engraçadas e descontraidas (pelo menos eu tento), mas o que eu ponho nesse blog não passam de nada mais nada menos do que meus sentimentos mais puros e francos.
Parte informal e descontraida:
Eu sei que minhas postagens são consideravelmente pequenas, mas acho que um texto muito grande pode dar preguiça em certas pessoas, mesmo tendo um titulo interessante, por isso prefiro mantê-los do tamanho que geralmente ficam, o que, pessoalmente, eu acho uma coisa boa e positiva, considerando o que falei antes.
Outra coisa... acho que pelo decorrer do texto eu fico mais a vontade, uso uma linguagem mais divertida e sem muita formalidade. Não sei você, leitor, mas eu percebo isso...
Hum... acho que vou comer alguma coisa... não como nada desde o almoço e meu estômago está roncando... torrada ou balinha de gelatina? Acho que vou escolher a balinha... ando muito carente de doce ultimamente...
Bye!
Muitas vezes eu quero criar uma postagem mas não tenho assunto. Tento pensar em alguma coisa, fico frustrada de não saber o que escrever, sabendo que o computador está na minha frente esperando eu digitar. Baixo a cabeça, ponho a cuca pra funcionar, o que é uma boa forma de manter a mente ativa nas férias, e vasculho cada canto do meu cérebro tentando encontrar alguma coisa que preste.
Finalmente me pinta uma coisa sobre o que escrever. A parte mais difícil ja foi. Agora é a vez de pensar na minha opinião sobre esse assunto. Ideias, comentários, reclamações, etc. Tudo que pode ter a ver com aquele assunto que seja do meu agrado e que eu for achar que valha a pena ser imposto. Afinal, mostrar aos outros o que eu penso das coisas é a função desse blog.
Escreve, escreve, escreve. Letras, letras. letras. Minuto por minuto vai surgindo um texto legal.
Então eu releio. Se não fica bom... trabalho em cima da frase que eu não gostei, e as opiniões vão tomando forma... detalhadas e com nexo... nada de coisas estúpidas.
As vezes eu paro um pouco... tomo alguma coisa... vejo se posso acrescentar mais alguma coisa... dou uma checada no meu cachorro e continuo minha obra.
Finalmente terminei de me expressar, ponho um ponto final em tudo e... torno a ler o texto. Ficou bom? Ficou! "Publicar Postagem" eu clico.
Assunto e jeito de escrever:
Quando vou escrever, procuro algo interessante, que vai pelo menos gerar alguns comentários. Nunca gostei muito de brincar e falar coisas meio idiotas nos meus textos, pois sempre quis passar pros leitores o que eu acho disso, o que eu acho daquilo. Claro. Tenho minhas técnicas de escrita. Sei fazer as coisas ficarem engraçadas e descontraidas (pelo menos eu tento), mas o que eu ponho nesse blog não passam de nada mais nada menos do que meus sentimentos mais puros e francos.
Parte informal e descontraida:
Eu sei que minhas postagens são consideravelmente pequenas, mas acho que um texto muito grande pode dar preguiça em certas pessoas, mesmo tendo um titulo interessante, por isso prefiro mantê-los do tamanho que geralmente ficam, o que, pessoalmente, eu acho uma coisa boa e positiva, considerando o que falei antes.
Outra coisa... acho que pelo decorrer do texto eu fico mais a vontade, uso uma linguagem mais divertida e sem muita formalidade. Não sei você, leitor, mas eu percebo isso...
Hum... acho que vou comer alguma coisa... não como nada desde o almoço e meu estômago está roncando... torrada ou balinha de gelatina? Acho que vou escolher a balinha... ando muito carente de doce ultimamente...
Bye!
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Querido diário
Postado ás
12:38 AM
Pessoas que gostam de fuchicar no diário dos outros, aí vai uma página inédita do meu querido e estimado diário particular.
06.02.11- Domingo
Querido Diário,
Parece que eu nunca consigo escrever em você em datas próximas. A última vez que escrevi foi em dezembro de 2010... mas enfim. Vou contar o que me aconteceu nesses últimos meses.
Passou o Natal. Foi uma cerimônia realmente muito bonita e cantamos muito. Minha prima eufórica com seu presente- um iPod touch. Ganhei um violão lindo e todos ganharam presentes maravilhosos. Primos reunidos, tios e tias sempre enchendo o saco... família.
Veio o final das aulas- não pude ir pois estava em São Paulo- e a despedida de todos os amigos. Fora uma difícil despedida. Afinal, poderia ser nossa despedida definitiva, pois na 7ª série as turmas irão se misturar e não sabemos com quem iremos ficar. Fiquei puta da cara com o Sinodal... justo agora que eu tinha achado a minha turma perfeita... mas tudo o que é bom dura pouco, infelizmente!
Ano Novo: 2011 chegou! Passei a virada do ano doente e de cama. Com uma superensolação. Isso é o que eu chamo de começar o ano mal, mas nunca fui supersticiosa, então, esse fato não me afetou muito. Confesso que até fiquei empolgada em contar aos meus amigos só para ver o que eles iam dizer. Bem...os comentários foram todos iguais.
Como sempre, vou viajar... praia, Sol, praia, Sol e praticamente mais nada, mas voltei para casa antes de conseguir me entediar, o que foi um milágre pois passamos duas semanas fazendo as mesmas coisas.
Finalmente, de volta ao lar. A primeira coisa que fiz foi ligar o computador e me conectar no MSN. Fazer contato com alguém conhecido foi um grande alívio! Eu realmente precisava rir um pouco e me lembrar de como meus amigos são legais.
Nesse meio tempo em que estive na cidade não aconteceu muita coisa, além da minha saudade da escola aumentar a cada segundo que passa. Fui andar de bicicleta e fui no cinema algumas vezes, mas as coisas andam 100% monótonas e chatas. As vezes se torna frustrante não ter nada pra fazer e queimar neurônios vendo TV a tarde inteira, sabendo que está um dia lindo na rua. Enfim... não me resta mais nada, a não ser escrever. Mas preciso do computador pra isso, o que faz de mim uma inútil dentro de casa. Sinto-me alguém ocupando espaço... e meus pais as vezes me irritam pois sempre estão dizendo o que devo fazer e quando. Pode ser que seja meio necessário, pois eu tenho fama de ser sempre aérea. E essa saudade me faz sofrer! Essa situação chata de férias intermináveis parece que nunca vai passar, mas tudo passa, e eu mal posso esperar.
Outra coisa muito intrigante é que... sinto saudade de pessoas que eu nunca achei que sintiria... por que? Acho que minha convivência diária se acostumou com a presença deles, digo, pessoas que eu nunca gostei muito. Falando em gostar, estou realmente confusa e sem opiniões para esse assunto e acho que estou ficando doente... talvez eu esteja. Mas só o tempo pode dizer. O que eu posso concluir agora é: eu simplesmente não sei. Vou ficar sabendo quando as aulas voltarem e toda a minha doce rotina voltar ao normal. Afinal, só o tempo pode dizer.
Com carinho,
Nanda.
06.02.11- Domingo
Querido Diário,
Parece que eu nunca consigo escrever em você em datas próximas. A última vez que escrevi foi em dezembro de 2010... mas enfim. Vou contar o que me aconteceu nesses últimos meses.
Passou o Natal. Foi uma cerimônia realmente muito bonita e cantamos muito. Minha prima eufórica com seu presente- um iPod touch. Ganhei um violão lindo e todos ganharam presentes maravilhosos. Primos reunidos, tios e tias sempre enchendo o saco... família.
Veio o final das aulas- não pude ir pois estava em São Paulo- e a despedida de todos os amigos. Fora uma difícil despedida. Afinal, poderia ser nossa despedida definitiva, pois na 7ª série as turmas irão se misturar e não sabemos com quem iremos ficar. Fiquei puta da cara com o Sinodal... justo agora que eu tinha achado a minha turma perfeita... mas tudo o que é bom dura pouco, infelizmente!
Ano Novo: 2011 chegou! Passei a virada do ano doente e de cama. Com uma superensolação. Isso é o que eu chamo de começar o ano mal, mas nunca fui supersticiosa, então, esse fato não me afetou muito. Confesso que até fiquei empolgada em contar aos meus amigos só para ver o que eles iam dizer. Bem...os comentários foram todos iguais.
Como sempre, vou viajar... praia, Sol, praia, Sol e praticamente mais nada, mas voltei para casa antes de conseguir me entediar, o que foi um milágre pois passamos duas semanas fazendo as mesmas coisas.
Finalmente, de volta ao lar. A primeira coisa que fiz foi ligar o computador e me conectar no MSN. Fazer contato com alguém conhecido foi um grande alívio! Eu realmente precisava rir um pouco e me lembrar de como meus amigos são legais.
Nesse meio tempo em que estive na cidade não aconteceu muita coisa, além da minha saudade da escola aumentar a cada segundo que passa. Fui andar de bicicleta e fui no cinema algumas vezes, mas as coisas andam 100% monótonas e chatas. As vezes se torna frustrante não ter nada pra fazer e queimar neurônios vendo TV a tarde inteira, sabendo que está um dia lindo na rua. Enfim... não me resta mais nada, a não ser escrever. Mas preciso do computador pra isso, o que faz de mim uma inútil dentro de casa. Sinto-me alguém ocupando espaço... e meus pais as vezes me irritam pois sempre estão dizendo o que devo fazer e quando. Pode ser que seja meio necessário, pois eu tenho fama de ser sempre aérea. E essa saudade me faz sofrer! Essa situação chata de férias intermináveis parece que nunca vai passar, mas tudo passa, e eu mal posso esperar.
Outra coisa muito intrigante é que... sinto saudade de pessoas que eu nunca achei que sintiria... por que? Acho que minha convivência diária se acostumou com a presença deles, digo, pessoas que eu nunca gostei muito. Falando em gostar, estou realmente confusa e sem opiniões para esse assunto e acho que estou ficando doente... talvez eu esteja. Mas só o tempo pode dizer. O que eu posso concluir agora é: eu simplesmente não sei. Vou ficar sabendo quando as aulas voltarem e toda a minha doce rotina voltar ao normal. Afinal, só o tempo pode dizer.
Com carinho,
Nanda.
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Deixei o abajur ligado!!!
Postado ás
7:58 AM
São 7:30 da manhã... estou escrevendo no meu blog. Que doideira. Ontem meu dia foi bem legal. Meu quarto ganhou uma nova parede e foi instalado ar condicionado aqui em casa. Ainda estou meio com sono, mas é porque são 7:30 da manhã!!!!! Enfim, acho que é por isso que não tem ninguém no MSN.
Fiquei olhando TV com a minha mãe até altas horas no Mezanino... com ar condicionado ligado... mas no nosso mezanino tem uma parede que não é bem fechada e tem um parapeito de madeira. Estava um calor do cão, o ar condicionado era pequeno... eu e minha mãe nos irritamos:
Pegamos um monte de lençóis e começamos a tapar toda aquela parede... com Band-Aid! A gente não tava achando fita Crepe então, minha mãe - do jeito criativo dela -sugeriu que a gente usasse Band-Aids para grudar o lençol na parede. Euzinha aqui adorei a ideia!
No final de tudo, usamos quase a caixa inteira... mas valeu a pena pois dormimos feito dois ursinhos polares de tão gelada que ficou a sala.
Band-Aids!!!!!!!!!!
OK...Dormir... Acordei no meio da noite por causa dos raios... então começou a chover. Chover pra valer. Muito. MUITO. Levantei... minha mãe também levantou e abriu a casa porque ela estava morrendo de calor (a gente desligou o ar um pouco antes) e, quando eu vi, ja era o nascer do Sol. Foi lindo! Então, deitamos de novo. Não adiantou pra mim. Eu estava com fome e tinha certeza de que não iria dormir a essa hora, então desci e abri a geladeira. Muito escuro pra ver alguma coisa. Eu não podia ligar a luz da cozinha pois a minha mãe ia perceber e acordar... então peguei o abajur da sala e botei na cozinha... PUTZ! Deixei ligado! Ah... depois eu desligo. Continuando...
Abri a geladeira... nada. Nada que preste.
Abri a dispensa... só me restava cereal. Me servi de Moça Flakes e vim comer no meu quarto enquanto escrevo isso no meu blog. Nóssa! Ja são 7:55! Ok, acho que minha mãe acordou.
Foi uma noite bem legal... pode não ter sido muita coisa, mas foi legal.
Fiquei olhando TV com a minha mãe até altas horas no Mezanino... com ar condicionado ligado... mas no nosso mezanino tem uma parede que não é bem fechada e tem um parapeito de madeira. Estava um calor do cão, o ar condicionado era pequeno... eu e minha mãe nos irritamos:
Pegamos um monte de lençóis e começamos a tapar toda aquela parede... com Band-Aid! A gente não tava achando fita Crepe então, minha mãe - do jeito criativo dela -sugeriu que a gente usasse Band-Aids para grudar o lençol na parede. Euzinha aqui adorei a ideia!
No final de tudo, usamos quase a caixa inteira... mas valeu a pena pois dormimos feito dois ursinhos polares de tão gelada que ficou a sala.
Band-Aids!!!!!!!!!!
OK...Dormir... Acordei no meio da noite por causa dos raios... então começou a chover. Chover pra valer. Muito. MUITO. Levantei... minha mãe também levantou e abriu a casa porque ela estava morrendo de calor (a gente desligou o ar um pouco antes) e, quando eu vi, ja era o nascer do Sol. Foi lindo! Então, deitamos de novo. Não adiantou pra mim. Eu estava com fome e tinha certeza de que não iria dormir a essa hora, então desci e abri a geladeira. Muito escuro pra ver alguma coisa. Eu não podia ligar a luz da cozinha pois a minha mãe ia perceber e acordar... então peguei o abajur da sala e botei na cozinha... PUTZ! Deixei ligado! Ah... depois eu desligo. Continuando...
Abri a geladeira... nada. Nada que preste.
Abri a dispensa... só me restava cereal. Me servi de Moça Flakes e vim comer no meu quarto enquanto escrevo isso no meu blog. Nóssa! Ja são 7:55! Ok, acho que minha mãe acordou.
Foi uma noite bem legal... pode não ter sido muita coisa, mas foi legal.
domingo, 30 de janeiro de 2011
Eu simplesmente
Postado ás
6:59 PM
amo brincar com as palavras! Muitas pessoas, quando ficam sem nada pra fazer vão jogar um jogo, ficam encarando o teto, falam sozinhas, começam a andar em circulos na cozinha, começam a ler o dicionário, se jogam do 9º andar ou preferem simplesmente ir dormir, mas eu não. Prefiro ficar brincando com as palavras... particularmente é algo que eu nunca soube fazer muito bem. Meu amigo é expert nisso. E eu adoooro! Mas acho que eu sou muito melhor em me jogar do 9º andar...
Um pouco antes de eu escrever esse post, ele fez uma comparação dele mesmo:
Senso de humor + loucura + um toque de idiotice = eu.
Então eu pensei... se ele fez isso com ele, por que não fazer com todos os nossos amigos? Claro...
Vamos ver:
Liderança + bahia + compreensiva = Bia
Fofoca + rabinho de cavalo + Sinais (Luan Santana) = Duda
Basquete + basquete + basquete = Asrael
Idiotice + teck deck + nego brow = Mathi
Glee + desenhos fofos + baixinha = Julia L.
Motos + violão + implicância = Guima
Shanaia Twain + piração + baixinha = Julia F.
Madrugada + café + música = Guto
E pra mim, o Souza (meu amigo que começou com essa loucura) seria assim:
Guitarra + CifraClub + cinema = Souza.
E por ultimo mas não menos importante.....................................................................................eu!
Romântica + sonhadora + liderança = eu! Maria Fernanda...
Se quiser dizer o que eu sou, escreve um comentário... eu vou adorar!
Um pouco antes de eu escrever esse post, ele fez uma comparação dele mesmo:
Senso de humor + loucura + um toque de idiotice = eu.
Então eu pensei... se ele fez isso com ele, por que não fazer com todos os nossos amigos? Claro...
Vamos ver:
Liderança + bahia + compreensiva = Bia
Fofoca + rabinho de cavalo + Sinais (Luan Santana) = Duda
Basquete + basquete + basquete = Asrael
Idiotice + teck deck + nego brow = Mathi
Glee + desenhos fofos + baixinha = Julia L.
Motos + violão + implicância = Guima
Shanaia Twain + piração + baixinha = Julia F.
Madrugada + café + música = Guto
E pra mim, o Souza (meu amigo que começou com essa loucura) seria assim:
Guitarra + CifraClub + cinema = Souza.
E por ultimo mas não menos importante.....................................................................................eu!
Romântica + sonhadora + liderança = eu! Maria Fernanda...
Se quiser dizer o que eu sou, escreve um comentário... eu vou adorar!
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
My Own Playlist
Postado ás
12:47 PM
Oi gentee!
Pra quem ainda não sabe, eu tenho um outro blog chamado de My Own Playlist. Pra quem quiser ouvir música, cantar e saber do que eu gosto de ouvir. Ele ainda ta vazio, mas eu vou enchendo com músicas com o tempo e vai ser muito legal. O link ja esta aí do lado. É só clicar que você vai parar no My own Playlist.
Mil beijos e Abraços,
Nandix
Pra quem ainda não sabe, eu tenho um outro blog chamado de My Own Playlist. Pra quem quiser ouvir música, cantar e saber do que eu gosto de ouvir. Ele ainda ta vazio, mas eu vou enchendo com músicas com o tempo e vai ser muito legal. O link ja esta aí do lado. É só clicar que você vai parar no My own Playlist.
Mil beijos e Abraços,
Nandix
O que passou, passou
Postado ás
12:05 PM
Desde quando eu começei a escrever no meu blog, tinha idéias, opiniões para cada coisa, uma imaginação fértil e juvenil... cláro que eu ainda tenho, mas de um jeito diferente.
Aquelas opiniões sobre meu futuro mudaram, sobre os meus amigos mudaram, sobre mim mudaram! Tudo muda. Nada é permanente. Estava lendo meus textos outro dia e pensei: "Que absurdo!! Eu não posso ter escrito isso!!" mas escrevi. Na vida passamos por muitas fases. Boas ou ruins, continuam sendo fases. Ainda não sei bem em que fase estou. Talvez entre a adolescência e pré-adolescência... pode ser.
Quando escrevi meus textos de 2009, 2010 eu ainda era aquela menininha ingênua que não sabia nada do mundo. Continuo não sabendo nada, mas agora eu tenho curiosidade em descobrir. Viajar, fazer intercâmbio, falar com gente estranha, viver aventuras, sempre descobrindo. Hoje eu olho para o passado e penso que eu fui uma criança feliz, sem preocupações e cheia de pensamentos, mas meus textos eram... do além e fora da realidade. Talvez eu tenha sido um pouco chata, desesperada por fama... mas era o que eu queria, então, não me arrependo, só não quero que as pessoas achem que eu ainda quero aquelas coisas, que eu ainda penso aquelas coisas. Eu decidi dividir em épocas: coisas de 2009 são de 2009. Algumas coisas de 2010 servem pra 2011, pois o ano recém começou... quem sabe durante o ano minha opinião não muda...
Aquelas opiniões sobre meu futuro mudaram, sobre os meus amigos mudaram, sobre mim mudaram! Tudo muda. Nada é permanente. Estava lendo meus textos outro dia e pensei: "Que absurdo!! Eu não posso ter escrito isso!!" mas escrevi. Na vida passamos por muitas fases. Boas ou ruins, continuam sendo fases. Ainda não sei bem em que fase estou. Talvez entre a adolescência e pré-adolescência... pode ser.
Quando escrevi meus textos de 2009, 2010 eu ainda era aquela menininha ingênua que não sabia nada do mundo. Continuo não sabendo nada, mas agora eu tenho curiosidade em descobrir. Viajar, fazer intercâmbio, falar com gente estranha, viver aventuras, sempre descobrindo. Hoje eu olho para o passado e penso que eu fui uma criança feliz, sem preocupações e cheia de pensamentos, mas meus textos eram... do além e fora da realidade. Talvez eu tenha sido um pouco chata, desesperada por fama... mas era o que eu queria, então, não me arrependo, só não quero que as pessoas achem que eu ainda quero aquelas coisas, que eu ainda penso aquelas coisas. Eu decidi dividir em épocas: coisas de 2009 são de 2009. Algumas coisas de 2010 servem pra 2011, pois o ano recém começou... quem sabe durante o ano minha opinião não muda...
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Martha Medeiros me escreveu
Postado ás
3:11 PM
Oi, Fernanda!
Dei uma lida no seu blog e tenho certeza de que você vai se dar muito bem na vida. Até me reconheci um pouco, eu também pensava algumas coisas como você na sua idade. Garota, siga buscando seus sonhos. Você é sensível, atenta, tem um humor sofisticado. Não se preocupe em escrever um livro agora, segure a ansiedade, você é muuuuito nova, não imagina o tamanho da estrada que tem pela frente. E a vivência é nossa principal matéria-prima. Por enquanto, siga estudando, faça uma faculdade que sustente sua independência, mantenha seus bons amigos, viaje sempre que a oportunidade aparecer e leia leia leia leia muito!!
Estou apostando em você, mas não tenha pressa em fazer sucesso, o barato é a gente construir nossa trajetória passo a passo. Tudo fica mais consistente.
Adorei te conhecer. Um beijo da tua amiga
Martha.
_________________________________________________________________
Algumas pessoas podem pensar: "Ela postou isso só pra se exibir!" Mas não. Não imaginam o quanto estou realizada e feliz com isso... Martha sempre foi uma grande inspiração pra mim e, com certeza, essa foi uma experiência de vida. Espero que você, leitor, também tenha a possibilidade de passar por algo parecido. Se sentir bem, assim como eu, pois é um dos sentimentos mais puros e fortalecedores do mundo, e é esse tipo de coisa que nos motiva a continuar sempre em frente.
Martha, obrigada!
Dei uma lida no seu blog e tenho certeza de que você vai se dar muito bem na vida. Até me reconheci um pouco, eu também pensava algumas coisas como você na sua idade. Garota, siga buscando seus sonhos. Você é sensível, atenta, tem um humor sofisticado. Não se preocupe em escrever um livro agora, segure a ansiedade, você é muuuuito nova, não imagina o tamanho da estrada que tem pela frente. E a vivência é nossa principal matéria-prima. Por enquanto, siga estudando, faça uma faculdade que sustente sua independência, mantenha seus bons amigos, viaje sempre que a oportunidade aparecer e leia leia leia leia muito!!
Estou apostando em você, mas não tenha pressa em fazer sucesso, o barato é a gente construir nossa trajetória passo a passo. Tudo fica mais consistente.
Adorei te conhecer. Um beijo da tua amiga
Martha.
_________________________________________________________________
Algumas pessoas podem pensar: "Ela postou isso só pra se exibir!" Mas não. Não imaginam o quanto estou realizada e feliz com isso... Martha sempre foi uma grande inspiração pra mim e, com certeza, essa foi uma experiência de vida. Espero que você, leitor, também tenha a possibilidade de passar por algo parecido. Se sentir bem, assim como eu, pois é um dos sentimentos mais puros e fortalecedores do mundo, e é esse tipo de coisa que nos motiva a continuar sempre em frente.
Martha, obrigada!
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Só um dia normal?
Postado ás
1:21 PM
As vezes, acordamos achando que o dia vai ser igual a qualquer outro. Nada de interessante vai acontecer, a não ser o que você já conhece. Muitas vezes nos enganamos, e o dia passa a ser uma lembrança forte sua ou até uma decisão definitiva na sua vida.
Dia 20 de janeiro de 2011 aconteceu o seguinte:
Como sempre, tive um pesadelo "sem pé nem cabeça". Acordei muito tarde, mas se minha mãe não fosse achar que dormi tarde com certeza teria dormido mais. Então decidi fazer um sacrifício e levantar mais cedo- aliás, ja era hora do almoço e eu estava com fome.
Então tá.
Minha mãe ia almoçar em um lugar macrobiótico com minha prima e meu pai estava em... Taquara? Sei lá. Por isso, acabei almoçando sozinha. E foi um grande almoço. Guizado, bolinho de batata, repolho e alface. Enfim... terminei meu almoço e fui fazer o que sempre faço. COMPUTADOR! Entrei nos sites de sempre, fiz as coisas de sempre, etc.
Chega minha mãe em casa dizendo que eu teria de ficar na casa de meus avós, pois ela ia fazer as unhas. Ok. Tuuuudo bem. Lá fui eu, de boa vontade pra casa da minha querida avó, sabendo que o computador estava com vírus e que tinha poucos canais na TV. Mesmo assim, lá fui eu.
Como eu havia previsto, fiquei assistindo televisão a tarde inteirinha! E o pior é que tava me dando uma dor de cabeça dos infernos e tive de parar de olhar TV, se não minha cabeça iria explodir.
Até aí ta tudo lindo e maravilhoso. Mas então, começa a função que eu chamei de "operação desastre". É isso mesmo.
Voltei pra casa pra trocar de roupa, separar bikini e outras coisas pessoais, pois eu ia dormir na casa da minha dinda Ana.
Liguei o MSN.
Bibiana.
Cláro. Ela vai jantar lá também, junto com Deus e o mundo que minha dinda e meus pais convidaram (brancadeira, não foram muitas pessoas). Conhecendo a Bibi como eu conheço, ela ia inventar alguma coisa.
Ela sempre inventa.
Sempre!
Sempre!!!
Dessa vez foram Cupcakes. Ela tinha alguns ingredientes. Eu tinha o resto. Beleza! "Sobremesa garantida", pensamos. Só faltou as forminhas que eu fiquei de comprar...
Chegamos na casa da minha dinda. Larguei minhas tralhas no quarto dela e comecei a andar pela casa. Esperando a Bibi. Não me aguentei.
Liguei pra ela. Ja estavam chegando. Beleza.
Ding! Dong!
Fui abrir a porta. Vestido azul, sandália dourada, Netbook embaixo do braço e sacola de ingredientes. Isso! Os ingredientes.
Fomos direto pra cozinha. Abrimos a sacola dela, a minha sacola. Ela abriu o Netbook e olhou a receita. Primeiro conferimos os ingredientes. Putz! Esqueci das forminhas!
Foi uma briga pra achar algo decente. Não encontramos! Bom... encontramos. Mas não era bem aquiiiilo que a gente queria. Mas acho que dava pro gasto... açúcar! Ovo! Putz!
Tivemos a ideia de pedir emprestado pro meu colega Gustavo que mora do outro lado da rua. A gente tava quase saindo quando ouvimos uma vozinha dizendo: "Eu vô levar vocês, então!".
Eu amo a minha mãe.
Ok. Pulamos pra dentro do carro. Êêêêê!!
O BIG foi a nossa opção. Tava um HÓRÓÓÓÓR!! Muito cheio. Transbordando! Mas enfim. Lá fomos nós.
Eu e a Bibi correndo pelos corredores procurando açúcar e ovos... tranquilo. Então fomos no corredor de festas. COMO QUE NÃO TEM FORMINHAS DE NEGRINHO NA SEÇÃO DE FESTAS??? Alguém me explica?
Foi uma briga passar no caixa! Tinha uma fila quilométrica. Só tinham 4 (quatro!!) caixas funcionando! Tivemos uma ideia louca, mas ia servir direitinho. Minha mãe iria se fingir de grávida pra passar na fila prioritária. Foi louco. Um pouco feio. Mas foi louco. Passamos rápidinho... hahahaha.
Estávamos chegando em casa. Minha mãe estacionou o carro e vimos outro carro estacionando na rua. Era noite. Bem escuro. Desceu do carro a tia da Bibi, que foi se despedir dela, pois a Bibi iria viajar no dia seguinte pros EUA. Foi lindo. As duas se abraçaram no meio da rua. Ouvi um barulho de moto. Avistei a moto, e achei que ela ia atropelar as duas!
-Cuidado! Cuidado!- eu gritei.
Um dos caras, o de blusa branca e azul e capacete desceu da moto vermelha e foi se aproximando bruscamente das duas. Nesse momento eu pensei tantas coisas... achei que eram conhecidos, ou que o cara queria falar com ela... mas não.
-Passa a bolsa! Passa pra cá!- o cara disse.
"Que droga!! Merda!" eu pensei. "É um assalto!!".
Mas eu tava ali, no meio da rua, envolvida em tudo, vendo tudo! Os bandidos ja tinham me visto. Eu entrei em pânico.
Foi tão rápido... eu corri pra dentro de casa. Eu tava apavorada e pasma... preocupada com a minha mãe e a Bibi, que tavam lá no meio.
-Olha ela lá!- disse o outro cara que estava na moto. Apontando pra minha mãe! "Droga! Vão pegar a bolsa dela!" pensei.
Minha mãe tava voltando pro carro, escondendo a bolsa e fugindo do bandido, mas ele falou:
-Não! Não adianta voltar pro carro. É mais seguro entregar a bolsa!- ta. Minha mãe foi vencida. Pegaram a bolsa dela.
A Bibi disse que foi meio engraçado a cena, porque a minha mãe deu a bolsa pro bandido. Estendeu a mão largou... de qualquer modo, ele teria pegado a bolsa dela, mas "foi engraçado", disse a Bibi.
Nunca mais vou esquecer a sensação. Nunca mais... e hoje eu penso que pode acontecer qualquer coisa comigo.
Enfim.
Acabou tudo, ligamos para a Polícia e registramos a ocorrência.
Depois de tudo, voltamos a fazer os cupcakes. Aliás, o povo queria uma sobremesa depois desse choque (pra quem não sabe, Cupcakes são bolinhos em forminhas. Tipo brownies, mas com cobertura de chocolate. A tradução literalmente seria bolo no copo). A sensação pior ja tinha passado, mas a cena ficou na nossa cabeça, e a Bibi se culpando por tudo. Diz ela que se nós não tivéssemos ido, aquilo não teria acontecido, mas teria acontecido do mesmo jeito.
Mistura isso com aquilo... põe isso com aquilo.... pronto. Massa feita. Nossa primeira tentativa foi fracassada. Pegamos umas xícaras da minha dinda que não podiam ir no forno e colocamos no microondas. Que desastre... 2ª tentativa: FAIL. 3ª tentativa: FAIL. Então fizemos os "cupcakes" em forma de ursinho. Viraram "bearcakes", mas tudo bem (bear: urso em inglês).
Comemos a janta, sobremesa, piscina a meia-noite, tudo bem. Dormi tranquila, mas acho que não se pode mais dizer que foi só um dia normal, ou foi?
Dia 20 de janeiro de 2011 aconteceu o seguinte:
Como sempre, tive um pesadelo "sem pé nem cabeça". Acordei muito tarde, mas se minha mãe não fosse achar que dormi tarde com certeza teria dormido mais. Então decidi fazer um sacrifício e levantar mais cedo- aliás, ja era hora do almoço e eu estava com fome.
Então tá.
Minha mãe ia almoçar em um lugar macrobiótico com minha prima e meu pai estava em... Taquara? Sei lá. Por isso, acabei almoçando sozinha. E foi um grande almoço. Guizado, bolinho de batata, repolho e alface. Enfim... terminei meu almoço e fui fazer o que sempre faço. COMPUTADOR! Entrei nos sites de sempre, fiz as coisas de sempre, etc.
Chega minha mãe em casa dizendo que eu teria de ficar na casa de meus avós, pois ela ia fazer as unhas. Ok. Tuuuudo bem. Lá fui eu, de boa vontade pra casa da minha querida avó, sabendo que o computador estava com vírus e que tinha poucos canais na TV. Mesmo assim, lá fui eu.
Como eu havia previsto, fiquei assistindo televisão a tarde inteirinha! E o pior é que tava me dando uma dor de cabeça dos infernos e tive de parar de olhar TV, se não minha cabeça iria explodir.
Até aí ta tudo lindo e maravilhoso. Mas então, começa a função que eu chamei de "operação desastre". É isso mesmo.
Voltei pra casa pra trocar de roupa, separar bikini e outras coisas pessoais, pois eu ia dormir na casa da minha dinda Ana.
Liguei o MSN.
Bibiana.
Cláro. Ela vai jantar lá também, junto com Deus e o mundo que minha dinda e meus pais convidaram (brancadeira, não foram muitas pessoas). Conhecendo a Bibi como eu conheço, ela ia inventar alguma coisa.
Ela sempre inventa.
Sempre!
Sempre!!!
Dessa vez foram Cupcakes. Ela tinha alguns ingredientes. Eu tinha o resto. Beleza! "Sobremesa garantida", pensamos. Só faltou as forminhas que eu fiquei de comprar...
Chegamos na casa da minha dinda. Larguei minhas tralhas no quarto dela e comecei a andar pela casa. Esperando a Bibi. Não me aguentei.
Liguei pra ela. Ja estavam chegando. Beleza.
Ding! Dong!
Fui abrir a porta. Vestido azul, sandália dourada, Netbook embaixo do braço e sacola de ingredientes. Isso! Os ingredientes.
Fomos direto pra cozinha. Abrimos a sacola dela, a minha sacola. Ela abriu o Netbook e olhou a receita. Primeiro conferimos os ingredientes. Putz! Esqueci das forminhas!
Foi uma briga pra achar algo decente. Não encontramos! Bom... encontramos. Mas não era bem aquiiiilo que a gente queria. Mas acho que dava pro gasto... açúcar! Ovo! Putz!
Tivemos a ideia de pedir emprestado pro meu colega Gustavo que mora do outro lado da rua. A gente tava quase saindo quando ouvimos uma vozinha dizendo: "Eu vô levar vocês, então!".
Eu amo a minha mãe.
Ok. Pulamos pra dentro do carro. Êêêêê!!
O BIG foi a nossa opção. Tava um HÓRÓÓÓÓR!! Muito cheio. Transbordando! Mas enfim. Lá fomos nós.
Eu e a Bibi correndo pelos corredores procurando açúcar e ovos... tranquilo. Então fomos no corredor de festas. COMO QUE NÃO TEM FORMINHAS DE NEGRINHO NA SEÇÃO DE FESTAS??? Alguém me explica?
Foi uma briga passar no caixa! Tinha uma fila quilométrica. Só tinham 4 (quatro!!) caixas funcionando! Tivemos uma ideia louca, mas ia servir direitinho. Minha mãe iria se fingir de grávida pra passar na fila prioritária. Foi louco. Um pouco feio. Mas foi louco. Passamos rápidinho... hahahaha.
Estávamos chegando em casa. Minha mãe estacionou o carro e vimos outro carro estacionando na rua. Era noite. Bem escuro. Desceu do carro a tia da Bibi, que foi se despedir dela, pois a Bibi iria viajar no dia seguinte pros EUA. Foi lindo. As duas se abraçaram no meio da rua. Ouvi um barulho de moto. Avistei a moto, e achei que ela ia atropelar as duas!
-Cuidado! Cuidado!- eu gritei.
Um dos caras, o de blusa branca e azul e capacete desceu da moto vermelha e foi se aproximando bruscamente das duas. Nesse momento eu pensei tantas coisas... achei que eram conhecidos, ou que o cara queria falar com ela... mas não.
-Passa a bolsa! Passa pra cá!- o cara disse.
"Que droga!! Merda!" eu pensei. "É um assalto!!".
Mas eu tava ali, no meio da rua, envolvida em tudo, vendo tudo! Os bandidos ja tinham me visto. Eu entrei em pânico.
Foi tão rápido... eu corri pra dentro de casa. Eu tava apavorada e pasma... preocupada com a minha mãe e a Bibi, que tavam lá no meio.
-Olha ela lá!- disse o outro cara que estava na moto. Apontando pra minha mãe! "Droga! Vão pegar a bolsa dela!" pensei.
Minha mãe tava voltando pro carro, escondendo a bolsa e fugindo do bandido, mas ele falou:
-Não! Não adianta voltar pro carro. É mais seguro entregar a bolsa!- ta. Minha mãe foi vencida. Pegaram a bolsa dela.
A Bibi disse que foi meio engraçado a cena, porque a minha mãe deu a bolsa pro bandido. Estendeu a mão largou... de qualquer modo, ele teria pegado a bolsa dela, mas "foi engraçado", disse a Bibi.
Nunca mais vou esquecer a sensação. Nunca mais... e hoje eu penso que pode acontecer qualquer coisa comigo.
Enfim.
Acabou tudo, ligamos para a Polícia e registramos a ocorrência.
Depois de tudo, voltamos a fazer os cupcakes. Aliás, o povo queria uma sobremesa depois desse choque (pra quem não sabe, Cupcakes são bolinhos em forminhas. Tipo brownies, mas com cobertura de chocolate. A tradução literalmente seria bolo no copo). A sensação pior ja tinha passado, mas a cena ficou na nossa cabeça, e a Bibi se culpando por tudo. Diz ela que se nós não tivéssemos ido, aquilo não teria acontecido, mas teria acontecido do mesmo jeito.
Mistura isso com aquilo... põe isso com aquilo.... pronto. Massa feita. Nossa primeira tentativa foi fracassada. Pegamos umas xícaras da minha dinda que não podiam ir no forno e colocamos no microondas. Que desastre... 2ª tentativa: FAIL. 3ª tentativa: FAIL. Então fizemos os "cupcakes" em forma de ursinho. Viraram "bearcakes", mas tudo bem (bear: urso em inglês).
Comemos a janta, sobremesa, piscina a meia-noite, tudo bem. Dormi tranquila, mas acho que não se pode mais dizer que foi só um dia normal, ou foi?
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Uma carta em partes: amizade
Postado ás
1:04 AM
Bibiana:
Amizade é só isso, poder saber que eu vou te convidar pra dormir aqui e tu vai aceitar de primeira, que apesar de todas as coisas, tu sempre vai ver o lado positivo, que tu sempre, sempre, sempre me apóia. É simples, fico feliz só de ouvir/ler tua voz/tuas palavras dizendo o quanto tu gosta de ser minha amiga.
M. Fernanda:
Pode-se dizer que amizade é algo incrível, capaz de fazer milagres. Quando se tem um amigo, não esperamos nada dele, alem de compreensão e sua lealdade. Ter um amigo é como ter o mundo, o mundo nas mãos, pois com um amigo chegamos a qualquer lugar, superamos qualquer dificuldade, atingimos qualquer meta... podemos ter tudo. Não se pode ser feliz sem amigos. Sem eles... não somos nada.
Bibiana:
Indiferentemente de qualquer circunstância, sei onde posso te encontrar, sei que posso desabafar e que a única coisa que tu fará será me aconselhar da melhor forma possível. Ou rir. O que faz meus problemas parecerem menores e me deixa tão mais tranqüila, em paz, quase como se nunca tivessem ocorrido.
M. Fernanda:
Falar com você é como falar com uma estrela. Uma estrela estará sempre lá, pronta para me ouvir, sempre brilhando, sempre trazendo alegria.Você é como uma estrela. A mais brilhante e linda das estrelas. Não preciso ter medo de te perder, pois sempre saberei que você, minha amiga, estrela-amiga, vai eternamente me esperar com um sorriso e um abraço, um abraço capaz de me curar.
Bibiana:
Tu simplesmente faz de mim uma pessoa melhor e mais completa. É como se o universo conspirasse pra que fossemos amigas. É tudo tão perfeito, ou não, né... mas que seja eterno, pelo menos enquanto dure.E eu sei que vai durar mais do que pra sempre. Tantos momentos que já passamos juntos, tantas situações, hm, inusitadas, tantas briguinhas fúteis, mas que só nos fortaleceram, TODOS eles são inesquecíveis, impossíveis de se repetir e maravilhosos!
M. Fernanda:
Simplesmente, é assim. Imperfeito e perfeito. Sem comparações. Uma força da natureza, mais forte do que a própria vontade, é algo inevitavelmente melódico e harmonioso. Se fosse um bolinho, seria de chocolate com chantilly, granulado e glacê. Algo tão doce e irresistível que nem os mais horríveis defeitos seriam capazes de afastar-nos. I JUST LOVE MY FRIEND MORE THAN I LOVE MYSELF!!!
Bibiana:
Estando perto de ti, eu me sinto melhor. Essa distância, essa saudade, me deixa louca! Atravesso o mundo pra te ver sorrir, fico desesperada de ver uma lágrima nesse rosto, daria minha vida pela tua. Independente de qualquer coisa, sei que posso contar contigo infinitamente, confio em ti cegamente. Se tu chegasse com um corpo aqui em casa, escondia sem pensar duas vezes, sem perguntar nada. Te protejo da melhor maneira que posso, sofro mais que tu quando alguma coisa te atinge. Te influencio, eu sei, mas tento fazer com que seja sempre pro melhor lado, que uma vez na vida eu faça uma coisa certa! Pituchinha, te amo mais que tudo, te amo mais que o mundo, não sei o que seria de mim sem tua amizade. Brigada por tudo!
M. Fernanda:
Tu já disse tudo... simplesmente tudo. Também te amo. AMO DE VERDADE! Obrigada digo eu, por ser somente Bibiana.
Amizade é só isso, poder saber que eu vou te convidar pra dormir aqui e tu vai aceitar de primeira, que apesar de todas as coisas, tu sempre vai ver o lado positivo, que tu sempre, sempre, sempre me apóia. É simples, fico feliz só de ouvir/ler tua voz/tuas palavras dizendo o quanto tu gosta de ser minha amiga.
M. Fernanda:
Pode-se dizer que amizade é algo incrível, capaz de fazer milagres. Quando se tem um amigo, não esperamos nada dele, alem de compreensão e sua lealdade. Ter um amigo é como ter o mundo, o mundo nas mãos, pois com um amigo chegamos a qualquer lugar, superamos qualquer dificuldade, atingimos qualquer meta... podemos ter tudo. Não se pode ser feliz sem amigos. Sem eles... não somos nada.
Bibiana:
Indiferentemente de qualquer circunstância, sei onde posso te encontrar, sei que posso desabafar e que a única coisa que tu fará será me aconselhar da melhor forma possível. Ou rir. O que faz meus problemas parecerem menores e me deixa tão mais tranqüila, em paz, quase como se nunca tivessem ocorrido.
M. Fernanda:
Falar com você é como falar com uma estrela. Uma estrela estará sempre lá, pronta para me ouvir, sempre brilhando, sempre trazendo alegria.Você é como uma estrela. A mais brilhante e linda das estrelas. Não preciso ter medo de te perder, pois sempre saberei que você, minha amiga, estrela-amiga, vai eternamente me esperar com um sorriso e um abraço, um abraço capaz de me curar.
Bibiana:
Tu simplesmente faz de mim uma pessoa melhor e mais completa. É como se o universo conspirasse pra que fossemos amigas. É tudo tão perfeito, ou não, né... mas que seja eterno, pelo menos enquanto dure.E eu sei que vai durar mais do que pra sempre. Tantos momentos que já passamos juntos, tantas situações, hm, inusitadas, tantas briguinhas fúteis, mas que só nos fortaleceram, TODOS eles são inesquecíveis, impossíveis de se repetir e maravilhosos!
M. Fernanda:
Simplesmente, é assim. Imperfeito e perfeito. Sem comparações. Uma força da natureza, mais forte do que a própria vontade, é algo inevitavelmente melódico e harmonioso. Se fosse um bolinho, seria de chocolate com chantilly, granulado e glacê. Algo tão doce e irresistível que nem os mais horríveis defeitos seriam capazes de afastar-nos. I JUST LOVE MY FRIEND MORE THAN I LOVE MYSELF!!!
Bibiana:
Estando perto de ti, eu me sinto melhor. Essa distância, essa saudade, me deixa louca! Atravesso o mundo pra te ver sorrir, fico desesperada de ver uma lágrima nesse rosto, daria minha vida pela tua. Independente de qualquer coisa, sei que posso contar contigo infinitamente, confio em ti cegamente. Se tu chegasse com um corpo aqui em casa, escondia sem pensar duas vezes, sem perguntar nada. Te protejo da melhor maneira que posso, sofro mais que tu quando alguma coisa te atinge. Te influencio, eu sei, mas tento fazer com que seja sempre pro melhor lado, que uma vez na vida eu faça uma coisa certa! Pituchinha, te amo mais que tudo, te amo mais que o mundo, não sei o que seria de mim sem tua amizade. Brigada por tudo!
M. Fernanda:
Tu já disse tudo... simplesmente tudo. Também te amo. AMO DE VERDADE! Obrigada digo eu, por ser somente Bibiana.
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